Quantos filhos você quer ter?

Quando as Mamatracas me avisaram que eu tinha sido uma das vencedoras da blogagem coletiva, aproveitaram e me convidaram para participar do Colcha de Retalhos. Morro de vergonha dessas coisas de aparecer em vídeo, mas achei que seria um desafio bacana. Então fiz um vídeo. Definitivamente, não levo jeito pra coisa. Não consigo ser natural. Mas quem quiser ir lá e apertar o “gostei”, está valendo. O vídeo vencedor ganha uma caixa com 10 brinquedos Faber Castell. Vai que….

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Atividades educativas já!

Eu e muitas mães por aí faço parte da era do papel, já meu Ben é da era tecnológica por completo. Desconfio até que quando ele começar a frequentar a escola não precisará de caderno, fichários, lápis, estojos e sim de um iPad (que vai ser mega atualizado). E hoje em dia quem consegue viver sem a sensacional internet?! Com ela temos acesso a (quase) tudo e de qualquer lugar – a mobilidade que a tecnologia nos oferece hoje em dia é incrível! E nossos filhos também, desde muito cedo! Se não controlar, as crianças passam horas a fio em frente ao vídeo game e computador. Mas como controlar, se muitas vezes os pais trabalham o dia inteiro? E como controlar o conteúdo que nossos filhos vão consumir? Como protegê-los? Eis aí um dilema…

Meu Ben ainda é muito pequeno, mas já me preocupo com essas questões. Acredito que deve haver um limite para o uso de eletrônicos como TV, vídeo game e computador. Acho que deveríamos limitar por idade e, obviamente, por conteúdo. É difícil, eu imagino. Mas não tem porque uma criança de 3, 4 ou 5 anos ficar presa em frente a um vídeo game, por exemplo. Criança tem que brincar! Brincadeiras que estimulem seu desenvolvimento intelectual, cutural, criativo, que o faça gastar energia, enfim. Cadê as brincadeiras tradicionais como esconde esconde, pega pega, mímica, ciranda (corre Cotia na casa da tia, lencinho na mão, caiu no chão…quem lembra?), jogo da velha, da memória, tabuleiros, cadê o Lego?!

Arrisco-me dizer que o limite e a apresentação dessas outras possibilidades às crianças vêm de casa, já bastam imposições tecnológicas que vem de fora e dos meios de comunicação. Se não podemos controlar o conteúdo que nosso filho consome na internet, podemos ao menos apresentar algumas alternativas que, aos nossos olhos, sejam interessantes. Aqui vão algumas sugestões:

No mundo virtual

Mundo Sítio
É o sítio do Pica Pau Amarelo em mundo virtual. Um site interativo que reúne conteúdo inteligente, como a Biblioteca do Visconde, que traz vários textos de Monteiro Lobato. Tem jogos pedagógicos que reforça as lições dadas em sala de aula. Tudo pode ser acompanhado pelos pais: o período que os filhos gastam em cada atividade, os livros que ele leu na biblioteca, os jogos preferidos. Inclusive, é possível determinar o tempo que seu filho pode gastar no Mundo do Sítio.
Idade: a partir de 5 anos

Pequeno Leitor
Aqui seu filho pode criar um personagem, além de muitas histórias. Ele monta uma coleção de histórias e até um baú de palavras. Traz histórias que seu filho tanto pode ler como só escutar. É tão interativo que o site propõe surpresas que são descobertas conforme a criança vai seguindo as dicas e clicando no decorrer da história. Conforme a participação da criança, ela acumula pontos que podem ser trocados por alguns brinquedinhos.Eu acho esse um projeto muito interessante e especial. Ótimo para estimular a criatividade da criança.
Detalhe importante: o projeto foi idealizado por uma mãe. Tem profissional melhor para realizar um trabalho desses?
Idade: a partir de 5 anos

Fora da telinha

A criança passa a fazer certas coisas por imitação. E para ter gosto pela leitura, os pais precisam gostar, apresentar e incentivar a leitura às crianças. Ler, além de estimular a criatividade, enriquece a alma. Onde encontrar dicas e sugestões de livros infantis:

Blog do Pequeno Leitor
Planeta Tangerina
Os 30 melhores livros infantis ano
Literatura Infanto Juvenil Monteiro Lobato

Diga não ao vídeo game

Algumas mães vão me odiar e até pensar: “o que ela sabe pra falar desse tema se seu filho tem apenas 7 meses, espera ele crescer pra ver só…”. Eu imagino o quanto deve ser difícil esse assunto de controlar as atividades dos nossos filhos. Não é minha intenção dar lição de moral. Eu já tenho essa preocupação e esse é o motivo do post, propor sugestões que limitem o acesso excessivo desses meios. Diga não ao vídeo game, pelo menos na primeira infância do seu filho, que se eu não me engano vai até os 5 anos. Proponha as atividades tradicionais. Algumas sugestões:

Amarelinha, pular corda, esconde esconde, queimada, pega pega, mímica, vivo ou morto, estátua, telefone sem fio, detetive, passa anel, jogo de velha, peteca, quebra cabeça, jogo da memória, bolinhas de sabão, enfim, tem uma infinidade de brincadeiras e jogos que as crianças podem praticar. Vale até brincar na terra.

Além de tudo isso, existem os esportes e várias alternativas e programas culturais como teatro, cinema, shows.

#Ficadica