Mega Artesanal – Inspiração

Aconteceu de 03 a 07 de julho, a Mega Artesanal – uma mega feira de artesanato que existe no Brasil. Eu não conhecia e fui conhecer no último dia de feira com minha amiga-sócia-blogueira-mãe Amanda, que já tinha ido no primeiro dia de feira e contou em seu blog Scrap Paper.

Todos os dias da feira, o pavilhão do Imigrantes estava amarrotado de gente. Pensamos que seria assim no domingo, mas pegamos um dia mais tranqüilo, ótimo para ver e comprar com mais calma todas as novidades.

São vários expositores de toda arte que você imaginar e a principal que fomos ver: Scrapbooking!

A feira também oferece vários cursos gratuitos para fazer na hora, mas nem cogitamos essa ideia. Queríamos ver tudo! Chegamos às 11:00 (início da feira) e fomos embora por volta das 17:30 – quando todos os expositores já estavam fechando seus stands.

“Gabriela, mas você como jornalista tá bem atrasada hein?! Falando de evento que já aconteceu….”

Ok, eu sei. Mas vejam, a mãe aqui ficou fora o domingo o dia inteiro, depois não tive tempo de sentar e escrever. Fiquei encantada com a feira e tudo que vi. Mais ainda com a ideia do “faça você mesma”, reaproveitar nossos móveis, como por exemplo, encapar uma cadeira ou um móvel antigo. Pequenas coisas que podem dar uma nova cara ao ambiente. Enfim, mesmo atrasada quis compartilhar aqui no blog algumas dessas coisas que vi. Pode servir de inspiração para outras pessoas também.

Veja essas ideias de decoração que estavam expostas no stand da Casa da Mega:

Cadeira customizada.

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Móvel encapado com adesivo de tecido.

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Cozinha. Eu adoro essa ideia de parede para escrever com giz. Tem papel e também tinta para essa finalidade e efeito.

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Quarto de bebê. Olha que charme. Detalhe para o quadro que cada parte vai completando a árvore. Achei lindo. Puro scrap!

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Passeando a feira toda é possível encontrar várias decorações de festas infantis.

Essa aqui é ideal para festas ao ar livre.

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Tema de circo. Achei bacana, saiu do convencional “só palhaço”. Essa proposta é usar todos os elementos do circo: trem, coelho, elefante, leão…muitas cores.

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Festa de Pirata.

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E tem para o Marinheiro também.

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Essa festa com tema UP, eu, particularmente, adoro essa decoração com balões. Acho muito lúdico, clean, lindo demais. Ao invés do balão, poderia ser também pipas ou passarinhos.

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Para finalizar, uma decoração linda para chá de bebê de gemêos. Mas nada impediria desse tema “Cegonha” ser adaptado para um bebê apenas.

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Festa Infantil – Baby Guide

Fico impressionada quando alguém lembra detalhes da sua infância. Minha memória da infância não é lá tão cheia de arquivos, mas as lembranças que tenho são suficientes para saber que tive uma infância feliz. Tenho várias lembranças das festas de aniversários, por exemplo. Todas sempre preparadas pela minha mãe. Da bexiga ao docinho. Da decoração ao bolo. Sim, minha mãe era quem preparava o bolo. Todo ano era o mesmo sabor: floresta negra! Mas era delicioso!

Sinto que hoje em dia se perdeu um pouco aquele gostinho que se tinha antigamente as preparações das festas caseiras. Todo mundo compra tudo pronto. Talvez até pela praticidade. Muitas festas são realizadas em Buffet. Talvez também pela praticidade.

Acho que por ter visto minha mãe preparar a cada ano nossos aniversários, tenho tanto prazer em produzir a festa do meu Ben. Sem contar aquele clima que envolve todo mundo. Avós, tios, pais, todos mobilizados para organizar a festa do ano! É uma forma de viver a festa antes mesmo de ela acontecer. Os preparativos é tão gostoso quanto o dia D…

Mas não importa se é festa em buffet ou caseira. O importante mesmo, é comemorar, celebrar essa dádiva que é a vida!

Esse mês estou na revista Festa Infantil – Baby Guide contando o que é, pra mim, uma festa ideal. A revista além de linda, está bem legal, traz várias dicas para festas e  mais 9 blogueiras que eu adoro falando sobre sua festa ideal.

 

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E sábado foi festa de lançamento, o espaço estava repleto de decorações lindas de morrer.

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Leia minha entrevista: Festa Infantil – Baby Guide .

Festa Junina e uma reflexão sobre ansiedade e expectativa dos pais

Sábado passado foi a Festa Junina da escolinha do Ben. Há semanas as crianças estavam ensaiando e há dias eu ouvia a mesma coisa ao deixar o Ben na escola: “ele é um dançarino; dança direitinho; ele adora dançar; blá, blá, blá”, aquilo tudo que deixa qualquer mãe toda prosa.

Em casa eu comprovava isso, pois Benjamin sempre gostou de dançar. Principalmente a música da apresentação. Ele já conhecia e nós dançávamos muito em casa, mas eu não sabia que seria essa.

Passei a semana meio ansiosa. Na infância eu fui muito tímida, embora me apresentasse nessas ocasiões, sempre me permiti ficar encolhida. Mas no geral eu era muito tímida, mais quieta. Benjamin tem outro comportamento. Ele é extrovertido, alegre, sorridente, sem vergonha, li-te-ral-men-te. E esse sempre foi um dos meus desejos enquanto estava grávida. Eu desejava ter um filho sorridente, solto, extrovertido.

A apresentação da turminha dele foi a terceira e as duas anteriores o deixou empolgado, batendo palmas para os coleguinhas. Quando chegou sua vez ele se agarrou no meu pescoço. Eu sabia que isso podia acontecer, pois Benjamin tem demonstrado um pouco de vergonha em público. Subi com ele no palco, agachei e ali ele ficou comigo até que chegou o refrão da música e….vocês poderão ver com os próprios olhos (estamos à esquerda do vídeo):

Meu peito inflou de tanta alegria e orgulho. Bateu uma vontade imensa de chorar de emoção. E até agora, toda vez que vejo esse vídeo, essa vontade volta.

*
Mas porque não conseguimos controlar e colocamos tantas expectativas em nossos filhos?

Analiso o que disse lá em cima: sempre desejei que Benjamin fosse sorridente e extrovertido. Tudo o que não fui. Projetei nele, mesmo antes de nascer, coisas que não fui na minha infância. É muito louco isso.

As crianças tão pequenas são submetidas a apresentações das quais não estão preparadas psicologicamente e quem sabe fisicamente. Elas são treinadas por semanas, mas chega na hora H, ficam paralisadas. De um grupo de treze, uma ou duas crianças até fazem a alegria. Mas a maioria ficam ali no palco em pé, paradas, pensando sei lá o quê, olhando aquele bando de gente, a música alta rolando, as tias dançando olhando pra elas e os pais – os grandes expectadores – acabam frustrados. Pergunto: é necessária essa exposição toda?!

E é um sentimento natural(?!). Você quer ver seu filho dançar, fazer graça e quer mostrar pra todo mundo que seu filho é talentoso em alguma coisa (ou de preferência em tudo). Aliás, ansiamos ouvir isso a todo instante.

Estou lendo o livro “Sob Pressão”, de Carl Honoré – jornalista e historiador ex viciado em velocidade e rapidez que atualmente dedica-se a filosofia do Slow moviment. Foi indicação da blogueira Mariana, do blog Pequeno guia prático para mães sem prática e Minha Mãe que Disse. Estou gostando muito e em breve vamos sortear um exemplar aqui no blog.

Nesse livro, o autor fala justamente disso, da ansiedade e expectativa que nós pais colocamos em nossos filhos, da intervenção dos adultos na vida das crianças, de como usamos a tecnologia para vigiar os pequenos. Segundo o autor “estamos criando a geração mais conectada, mimada e monitorada da história”.

Falarei sobre esse livro mais para frente, mas uma das reflexões que ele traz e que quero deixar nesse momento, porque é a que tenho feito é: hoje vivemos para tirar o máximo que nossos filhos podem ser e/ou fazer. Queremos que eles tenham o melhor de tudo e que sejam os melhores em casa, na escola, nas atividades extra-curriculares, o dançarino em destaque na festa junina (por que não?!).

Mas não basta que eles sejam talentosos. Além disso, temos planos para a vida deles e desejamos fervorosamente protegê-los contra tudo e todos. Como diz logo no início do livro: “Queremos que sejam artistas, acadêmicos e atletas – e que deslizem pela vida sem privações, dores ou fracassos”.

Até que ponto isso é bom ou ruim? Será que isso faz bem para nós pais e, principalmente, para nossos filhos?

A festa do Benjamin – 2 anos

Quer saber como foi a festa do Benjamin?

Foi linda!

Contei tudo no site da revista Pais & Filhos. Corre lá pra ver: AQUI!

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Minha amiga Bruna e também fotógrafa da festa me perguntou: qual a importância de fazer festa nessa idade do Ben?

Acho que o significado não está na festa em si, mas no fato de reunir a família e os amigos para comemorar à vida. Seja uma festa grande, pequena, apenas um almoço, uma reunião familiar, o que eu quero passar pra ele é a importância de comemorar, festejar, celebrar o que mais temos de precioso: a vida! e tudo o que ela nos proporciona: família, amigos, conquistas.

Eu gosto de festas, então produzir a festa do Ben é um prazer pra mim. Pode ser que nem sempre a gente comemore com uma festa, mas a comemoração de uma forma ou de outra sempre existirá.  Benjamin pode nem lembrar dessa festa daqui alguns anos, talvez hoje ele já nem se lembre mais. No entanto, o registro estará lá, no nosso álbum de família.

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A lembrancinha foi um vasinho com sementes e terras para as crianças plantarem e cultivarem, assim como o Pequeno Príncipe cultivava sua amiga rosa. Fiz questão do vasinho ser de barro, sei que exige mais cuidado para não quebrar, mas a ideia era as crianças também poderem pintar  personalizar seu próprio vasinho. Os filhos das amigas entenderam o espírito da coisa:

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Esses aqui são da Maria Eduarda e do Matheus

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Esse aqui é da Bella

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Fotos da festa por:

Bruna Queiroga

Alexandre Takashia

Lista de convidados – como administrar?

É uma delícia organizar qualquer tipo de festa, mas lista de convidados é sempre um problema, afinal, a família é grande, os amigos são muitos, tem os vizinhos (que quando são chatos não é problema não convidar, mas quando são pessoas bacanas…), os colegas de trabalho e assim por diante.  Aqui em casa, nossas listas estão sempre em excesso e nos vemos com o dilema: quem cortar e como fazer esse corte sem causar desconforto com as pessoas ou sem estourar nosso orçamento?

Os motivos são básicos: orçamento e/ou nem sempre o lugar comporta todo mundo da lista.

Pelo segundo ano consecutivo, a festa do meu Ben será no salão de festas no prédio da minha tia. Isso pra mim é uma mão na roda. Além de ser perto da minha casa, eu e essa minha tia somos muito próximas e ela conhece a maioria dos nossos amigos. Por outro lado, não me sinto muito a vontade de chamar a lista toda pra festa, afinal não é a minha casa. E por mais intimidade que eu tenha com a minha tia, é preciso um pouco de discernimento.

Fazer festa é caro! Por mais que você planeje uma festa com poucos recursos financeiros (que é o meu caso), sempre tem que apertar para o orçamento não estourar. E quanto maior a lista de convidados, maior o investimento.

Outro dia estávamos fazendo a lista de convidados do aniversário do Benjamin e nos vimos diante desse dilema. Marido logo sugeriu: “é simples, vamos cortar da lista as pessoas que não foram em 2012”. Não é tão simples como parece. A maioria das pessoas que não foram tiveram motivos pessoais que as impediram de ir. E teve também uma minoria da família, inclusive, que não foi por preguiça.

Compartilhei o meu drama no Facebook e recebi duas sugestões pertinentes. Uma foi da Mãejestade, Rose Misceno, que indicou o seguinte critério: quem fica mais de 3 meses sem contato com a família, sem nem sequer ligar, corta-se da lista. O outro critério foi de um amigo: convidar apenas quem tem crianças.

Adorei os dois critérios! Mas ainda assim fica complicado. A minha família é enorme e a geração de crianças começou a crescer depois do Benjamin, são quatro crianças apenas. Temos muitos amigos, mas poucos com filhos. Ou seja, a festa ficaria vazia.

Depois de quebrar a cabeça e de algumas discordâncias entre eu e o marido, chegamos num resultado final. E agora resolvi compartilhar aqui.

1. Faça a lista com todos os nomes que vierem à cabeça

Coloque todas as pessoas que você gostaria de convidar, lembrando-se de colocar as pessoas óbvias: avós e tios. Não adianta nada começar a cortar convidados da lista e só depois lembrar que ainda tem os 4 avós e 6 tios que não estavam contemplados na lista;

2. Divida a lista

Eu sempre divido a lista por grupos: família, amigos, trabalho, escola, etc;

3. Família
Aqui é fácil porque a família por parte da minha mãe é pequena: ela, eu e minha irmã. A do meu pai é bem maior, vários tios e primos. A família do marido por parte da mãe é pequena e por parte do pai, ele não tem contato. A minha dica é convidar sempre do grau maior de parentesco, ou seja, família de primeiro grau. Lembrando-se que primos adultos valem por dois, pois já levam acompanhantes;

4. Colegas de trabalho

Eu era a única pessoa que até outro dia acreditava em “amigos” dentro da empresa. Existem poucos. Eu tenho amizades valiosas que fiz em empresas que já trabalhei (e estão na lista), mas atualmente  tenho colegas de trabalho. Avalie o quanto é importante a presença dessa pessoa na festa do seu filho. Pule para a casa de número 8;

5. Os amiguinhos da escola

Se você for fazer festa na escolinha, não tem sentido convidar os amiguinhos para a festa oficial. Optar pela festa da escolinha pode parecer um gasto a mais, no entanto, se colocar na ponta do lápis, é um gasto financeiro mínimo comparado à dor de cabeça que você vai ter ao chamar um coleguinha e outro não. E seu filho vai ficar feliz ao comemorar o aniversário próximo a todos que convivem com ele diariamente: amiguinhos e tias;

6. Não se intimide!

Quem me vê falar isso pensa que sou um porto seguro. Não sou! Eu fico cheia de dedos e com medo de alguém se chatear. Mas tome cuidado ao convidar aquela pessoa que você adora, mas que você sabe que vai levar mais três penetras com ela;

7. RSVP

Colocamos essa opção no convite desse ano. Algumas pessoas já confirmaram e outras (poucas) já responderam que não poderão ir. Não sei se vai funcionar, mas a ideia é ótima! Isso é determinante para direcionar a quantidade dos comes e bebes, mesas e cadeiras, serviço de garçons, lembrancinhas, etc;

8. Chegou a hora do corte! Questione-se!

– Há quanto tempo não vejo essa pessoa?
– Quantas vezes ela viu meu filho?
– Qual foi a última vez que nos falamos?

Na dúvida se chama ou não um colega de trabalho, comece relembrando:
– Quantas pessoas do seu trabalho foram visitar você (ou sua esposa) na maternidade.
– Qual o último programa que vocês fizeram juntos (sem contar happy hour)?
– Qual a última vez que esse colega te convidou para algo na casa dele?
– Esse colega tem filhos? Você conhece os filhos dele?

Eu fugi um tiquinho do critério da Mãejestade, que seria o tempo que não vejo determinada pessoa, mas levei em consideração se a pessoa foi na festa do ano passado e se tem criança – se preencheu esses dois requisitos, convidei.

E aí, como vocês saem dessa saia justa que é a lista de convidados?

A segunda-feira começou em clima de festa

Está chegando o aniversário de 2 aninhos do meu pequeno Benjamin. Nessa mesma época do ano passado, as coisas estavam todas encaminhadas. Esse ano está bem diferente, comecei a pensar na festa já faz algum tempo, mas aí larguei mão e semana passada comecei a produzir os convites. Eu havia pedido uma sugestão de modelos para a Prof. de Scrap, a Rosalina e ela me trouxe esses quatro modelos aqui. Na dúvida e porque tinha um pouco de papel sobrando em casa, produzi esses dois modelos que gostei mais.

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Uma belezura, né?! Esse modelo com envelope é possível encontrar na internet  para ocasiões diversas, inclusive para casamento.

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Mas aí fiquei meio brochada (muita coisa pra fazer pra pouco tempo), parei a produção e pedi ao marido para produzir um convite digital, nesses tempos de correria fica mais fácil enviar por e-mail para as pessoas. O resultado foi esse aqui ó:

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O legal de enviar por e-mail é que dá para você escrever um recadinho bem pessoal para o convidado e todos respondem com elogios e confirmação de presença.

Até mudar de tema eu mudei! Inicialmente era o Pequeno Príncipe e de um dia pro outro cogitei mudar para Mickey – personagem preferido do Benjamin nas últimas semanas. Só que eu amo O Pequeno Príncipe e se eu não fizesse esse tema agora, não faria nunca mais porque a partir do próximo ano Benjamin já terá um certo poder de decisão sobre o tema das suas festas. Mas ao mesmo tempo eu queria fazer a festa com motivo que ele já conhecesse, para ficar algo bem familiar e para o Ben entender que era para ele.

O que ficou resolvido: tema O Pequeno Príncipe para a festa oficial e Mickey para a festa na escolinha. E para a festa oficial estou fazendo aquele Trabalho de Reconhecimento Pessoal com Benjamin – tudo o que estamos (porque o marido está ajudando) produzindo, eu mostro para o Ben e ele já entendeu que é para ele, tanto que às vezes pega determinada coisa e não quer devolver. Hoje vamos avançar um nível nesse processo, vou apresentar o livro do Pequeno Príncipe. Já tentei há meses, mas sem sucesso. Vamos ver se dessa vez teremos um avanço.

Achei o meu caderninho de anotações com as informações da festa do ano passado. Eu não lembrava, mas até ele é do Pequeno Príncipe. E nele vou fazer as anotações da festa desse ano.

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Sábado passado fomos (eu e marido, jamais levaria o Benjamin!) à 25 de março e aí eu me empolguei de fato! Aquele lugar realmente é incrível! É possível encontrar de tudo. Você vai lá com uma lista pronta e sai com um número de itens muito maior do que o programado.

Conclusão: a 27 dias do aniversário do meu pequeno, inventei de fazer um monte de coisas. E quando digo fazer, é colocar a mão na massa mesmo! Não encomendei nada de ninguém!!! Exceto, o bolo (que ainda nem foi encomendado)! Agora tudo o que diz respeito a decoração e docinhos estão por conta de “moi“, com contribuição do marido (decoração) e da minha mamis (doces).

Quero curtir muito esse mês de preparação, pois sei que o dia da festa mesmo passa muito rápido. E no fundo acredito que os dias que antecedem uma festa e/ou até mesmo uma viagem, devem ser vividos com bastante intensidade.

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Veja como foi o Primeiro aniversário do Benjamin.

E as dicas que já dei sobre festas infantis, estão AQUI.

Porque segunda-feira pode começar com clima de festa de aniversário – tema Carros

Lembra do convite de aniversário do tema de Carros que fiz para os filhos da Dani, minha amiga-mãe-já-de-dois?! Sábado passado foi a festa. E que festa! Indiretamente estive envolvida com a organização desde o início. Primeiro a Dani estava com a ideia fixa de fazer em buffet, o que eu achava meio absurdo visto que ela mora numa casa de chácara com um espaçoso salão de festas. Timidamente fui tentando remover essa ideia da cabeça da Dani. Não sei se eu consegui esse feito ou se foram os orçamentos do buffet, o fato é que ela desistiu e eu achei o máximo.

Acho festas de buffet frias, barulhentas, aqueles brinquedos distanciam o relacionamento entre as crianças e inclusive dos pais (que tem que ficar o tempo todo de olho nas crias). Gosto muito mais das festas produzidas por nós mesmos, das festas caseiras, das madrugadas de produção (ah, isso lembra tanto a minha infância). São mais acolhedoras e tudo que tem nosso toque, nosso amor, fica mais bonito e encantador.  A festa dos meninos da Dani ficou linda demais, dá pra ver o toque dela em cada detalhe: da decoração das mesas de convidados às lembrancinhas.

Ok, dá mais trabalho sim! Mas nada impossível se puder contar com ajuda de amigos e familiares. Algumas idas à 25 de março se fazem necessário. Em algum momento você vai sentir que não vai dar conta, que não vai dar certo, que não vai ter tempo, mas….no final o resultado é gratificante. Vejam alguns registros que fiz da festa.

A foto abaixo mostra a mesa dos bolos. Tudo isso foi a Dani que fez, incluindo o bolo artificial.

É perceptível que cada detalhe foi arquitetado com carinho.

A Dani, como eu, gosta muito de fotos. Dias antes da festa, ela fez um ensaio fotográfico com os meninos. Amei o resultado.

Na mesa…

Na entrada do salão, de um lado o João, o filho mais velho….

Do outro lado o Marcos, o filho caçula (por enquanto, pois a Dani quer ter mais um filho, na verdade por ela teria mais dois)…

Quadro de assinaturas…

Faltam imagens (boas), mas a Dani produziu um espaço Baby – para os menores, onde ela colocou aqueles tapetes de EVA e os próprios brinquedos dos meninos. Benjamin não saiu de lá.

Foi contratado serviço de garçom e monitores. Na parte de fora tinha um espaço para as crianças maiores. Dani alugou um pula-pula e uma piscina de bolinhas, além de monitores que faziam pitura no rosto das crianças e organizavam atividades de pinturas no papel com elas. Os caras que levaram toda estrutura: as mesinhas e cadeiras onde as crianças sentavam-se para pintar e todo material artístico. Eles montaram o espaço entre as mesas dos convidados e os brinquedos (dá pra ver na foto?!).

Detalhe para a decoração das mesas, as bexigas com as cores de um farol de trânsito.

Teve mesa de docinhos…

E mesa das lembrancinhas…(ao lado a caixa de presentes)

Lembrancinha para os adultos…

E para as crianças…

Os aniversariantes estavam vestidos a caráter. Mas adivinhem….só tenho foto do caçula, que foi tirada bem no comecinho enquanto ele brincava com Benjamin.

Para a hora do parabéns os bolos foram postos à mesa e os aniversariantes trocaram de roupa…

Ok, não fiz o melhor registro de festas (deixei isso por conta do fotógrafo, nosso querido Diego), mas deu pra ter uma noção do resultado da festa, né não?! Minha opinião pessoal, e não é porque sou amiga da Dani e porque dei pitacos, mas se fosse em buffet seria tudo tão igual quanto, só que com preço exorbitante.

Parabéns aos aniversariantes, meus eternos queridos, que eu torço muito para serem amigos do meu filho tanto quanto sou da mãe deles. Parabéns à Dani, minha amigona-irmã do coração, pelos filhos maravilhosos e pela festa linda que organizou.

Dani, era nítido o seu amor em cada detalhe da festa. Estava tudo imensamente lindo!

Da série: Organização festa de aniversário – obrigada, pelo presente!

Tem uma coisa que não gosto é dessa modernidade de chegar em festas e deixar o presente do aniversariante numa caixa, localizada estrategicamente na porta. Se eu comprei um presente para você, foi porque você realmente é uma pessoa querida. E sempre quando compro presentes, procuro buscar algo que eu acho tem a ver com a pessoa. Não compro presentes por comprar. Procuro algo especial. Ultimamente, tenho feito anotações de sugestões de coisas que vejo e me lembram alguém (porque quando precisamos, AQUELE presente, nunca surge).

Enquanto produzia a festa de um ano do Benzoca, me vi perguntando várias vezes ao marido como seria a logística dos presentes. Eu queria abrí-los na hora. Na frente do convidado. Se eu não gosto que façam isso, como poderia fazer o mesmo?! No mínimo, deselegante. Pensei, pensei e não chegava numa saída até que resolvi: vou abrir todos os presentes. Benzoca ainda é pequeno, dá para abrir, agradecer e guardar na tal caixa (ou saco), no próximo ano vejo como faço.

Chegamos na festa do meu Ben com uma hora de atraso. O ambiente já estava tomado pelos convidados, me atrapalhei toda cumprimentando todo mundo, mostrando o Ben, com o aparelho de som que ainda precisava ser instalado e…não consegui abrir os presentes. O marido até me puxou de canto porque uma das convidadas queria que abríssemos o presente dela e ele me questionava como deveria proceder, respondi “abra o presente, oras”. Ele abriu junto ao Benjamin e era a Galinha Pintadinha. Benjamin gostou tanto. Eu no lugar da convidada, também ia querer ver a reação dele. Fiquei chateada em não abrir os outros presentes e na hora pensei: farei uma lista de cada presente com o nome do convidado ao lado, depois ligo e agradeço cada um deles. No mínimo, elegante.

Dia desses um amigo perguntou “Benjamin gostou do presente?”. Caiu a ficha. Adivinhem…Não fiz o que havia pensado. Não agradeci os presentes. Benjamin ganhou vários brinquedos e roupas bacanas, de verdade mesmo! E eu gostaria muito que as pessoas vissem a minha reação de “olha isso que legal, adorei!!! (também teve aquelas exceções, tipo, foi melhor a pessoa não ver a minha cara. Quem nunca?).

Sei que nos próximos anos vai ser mais difícil ainda abrir os presentes na hora. Imagina, você abre, o aniversariante quer brincar na mesma hora, junta os amiguinhos, e…sabemos que isso não dá certo. Mas como dava na nossa época? Lembro que minha mãe deixava eu abrir todos os presentes na hora que os recebia. Não sei, ainda não achei a equação disso. Alguém?

Nesse frenesi das festas modernas, o jeito é achar uma forma elegante de agradecer. Então da mesma forma que você envia o convite de aniversário antes da festa, que tal enviar um cartão de agradecimento após a festa? Nos EUA é uma prática comum e se chama “thanks cards”. É tão simples, basta pegar o mesmo layout do convite e colocar um agradecimento. Você demonstra respeito e carinho pelo convidado. Vale enviar um e-mail. É no mínimo de bom tom.

Vou ter que esperar mais um ano para me redimir e abrandar essa culpa que estou sentindo (quase dois meses) pós-aniversário. Então fica a dica. Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.

Porque toda mãe também é artista…

Desde que me tornei mãe, fui mordida pelo mosquito do “faça você mesma”. Sabe qual é? Ele te morde e você passa a inventar de querer fazer tudo. Foi assim com a festa do meu Ben e agora eu ando pra lá e pra cá fazendo convites, enfeite-maternidade, lembrancinhas, álbuns, cartões e afins…estou me perguntando aonde guardar tanto material de trabalho…

Posso dizer que minha vida é dividida em antes do meu Ben e depois dele. Sem dúvida sou uma pessoa melhor no quesito “trabalho manual”. Pelo menos estou gostando desse EU artista. O problema é arrumar tempo pra fazer tanta coisa. Porque se antes eu era só profissional, esposa, filha e amiga. Agora além de tudo isso, sou mãe, dona de casa (cozinheira – detalhe!) e metida a designer. Se antes eu achava que precisava de mais duas horas no meu dia, agora acho que preciso de pelo menos mais cinco horas.

Toda essa introdução, para dizer que de agora em diante, caros leitores, mães-e-pais-amigos, vou publicar aqui no blog minhas experiências na arte do scrapbook. Hoje começo com o convite de aniversário dos filhos da minha amiga Dani mãe-já-de-dois (porque vale encomenda de amiga, combinado?!). Os dois meninos dela fazem aniversário em data próxima um do outro e essa vai ser a primeira festa em conjunto (então, tem um gostinho mais que especial). O tema não podia ser melhor: Carros.

Quase 30 dias depois entreguei os convites. Confesso que estava receosa, pois a Dani é uma pessoa exigente (coisa de publicitária, né?) e extremamente sincera. Sim, ela fala na cara dura se não gostou. (lembro de uma vez quando cheguei na revista de cabelo bem curtinho, tipo menino e, ela quando viu soltou “Não gostei!!!”, curta e grossa, a la Daniela). Ela mandou portador buscar os convites comigo, isso me deixou mais tensa, pois eu não viria sua reação. Horas depois, nenhum sinal dela até que mandei uma mensagem “e aí gostou?”. A resposta não podia ter sido melhor (e demorou porque ela só recebeu a encomenda após o almoço).

O resultado foi essa belezura de convite (modéstia à parte).

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Nas flechas vão os dados (data, horário e local) da festa

Presentes de aniversário

Benjamin ganhou centenas de presentes em seu aniversário. Eu devo confessar que depois do rompante em querer fazer parte do grupo de mães que pedem doação ao invés de presentes para os filhos, estava ansiosa, feito criança para saber o que Benjamin ganharia. Torcia por muitos brinquedos.

Breve explicação sobre o rompante: recebemos um convite de aniversário e vinha escrito para não levar presentes e sim doações. Achei a ideia genial e louvável. Falei pro marido de fazermos assim o aniversário do Benzoca e ele foi categórico “faça isso no seu aniversário e não no do Ben, ainda mais em seu primeiro ano”. Refleti e concluí que quando o Ben estiver maior e entender as dores do mundo, vamos conversar com ele a respeito. Não que eu vá aderir essa ação anualmente, mas pelo menos uma vez na vida do pequeno (e vou incluí na minha vida também).

Voltando. O pequeno ganhou muitas roupas e muitos (muitos mesmo) brinquedos em sua festa oficial (aquela que produzimos para os familiares e amigos íntimos). E depois ele teve a festinha na escolinha com as tias e seus colegas, de quem também ganhou diversos presentes. E acreditem, continua ganhando. Desde a festa, realizada dia 18/06, todo dia vem na bolsa dele um presente “de alguém para Benjamin”.

Confesso que tinha certa curiosidade em saber o que os pais mandavam de presente para os coleguinhas dos filhos. Não me permito dar um presente que eu não gostaria que meu filho ganhasse. E por várias vezes enviamos CD, por dois motivos: 1) acredito no efeito da música no desenvolvimento infantil; 3) custo e benefício – sim, porque toda semana tem aniversário na escolinha, haja dinheiro e criatividade (e você pode encontrar CD’s beeem em conta).

Eis que fui surpreendida, Benjamin ganhou de seus coleguinhas livrinhos e brinquedos educativos. É claro que ganhou alguns brinquedos dos quais eu não daria, mas ganhou muito mais coisas atraentes do que eu podia imaginar. E vendo-o brincar todo interessado com seus copinhos de empilhar da Fisher Price, tive a certeza de que meu filho está numa boa escolinha, rodeado por colegas com pais, que assim como eu, são preocupados não só com desenvolvimento físico, mas intelecto de suas crias. E daí surgiu várias outras ideias econômicas e interessantes para a mamãe aqui sair do CD habitual.

Curiosidade: ao contrário do que não podemos fazer com as roupas, guardei muitos brinquedos do Benzoca para ir dando aos poucos. Até porque alguns ele ainda não entende.