2º Workshop Fisher-Price

De repente começou a surgir um monte de compromisso e acaba que eu – esposa, mãe, dona de casa, com emprego fixo, que ainda pega uns freelas por aí, blogueira, uma reles mortal, ufa… não dou conta de registrar tudo. Mas alguns desses compromissos são bem bacanas e vale o registro mesmo que um pouco atrasado.

Fui convidada para participar do 2º Workshop Fisher-Price. Realizado no espaço Kabanah Spa , o evento contou com a participação do Dr. Claudio Basbaum, ginecologista-obstetra, percursor e defensor do Parto de Cócoras. Foi ele também quem introduziu no Brasil, as técnicas como laparoscopia, videolaparoscopia e a massagem Shantala. Dr. Claudio falou da importância do parto natural tanto para o bebê quanto para mãe, da presença do pai na hora do parto, da amamentação logo após o nascimento do bebê e das mudanças na vida da mulher ao se tornar mãe.

Foi uma palestra bastante comovente, onde aquela vontade (eu disse pra vocês?! Não?! Outro hora eu conto) de ter outro bebê bateu forte novamente. Quando você ouve conselhos de uma pessoa tão experiente, você tem vontade de fazer várias coisas diferentes. O que eu faria de diferente? Primeiro eu amamentaria em livre demanda. Não tem coisa mais deliciosa que amamentar. É o momento mais íntimo entre você e o bebê, onde os laços entre vocês se fortalecem ainda mais. E da próxima vez eu vou amamentar sem livro ou celular na mão (eu tinha problemas com ansiedade, não conseguia ficar parada). Eu fiz muito isso e hoje sinto aquele gostinho de que podia ter aproveitado mais. Amamentar é uma das experiências mais incríveis da vida materna.

Segundo, eu ficaria com meu filho no colo o tempo todo que tivesse vontade, deitaria com ele mais vezes, ficaria agarradinha. Não que eu não tenha ficado com Benjamin, mas acho que podia ter ficado mais. Esse, aliás, foi um dos meus conselhos para uma prima minha: “não dê ouvidos para os que dizem ‘você só fica com essa criança no colo, ela vai ficar manhosa, mal acostuma’, blá, blá”.

O evento também contou com a participação da Mamãe de Primeira Viagem, Mariana Belém e da gerente da Mattel do Brasil, Thais Nicolau. Na ocasião, foi apresentada a campanha de Dia das Mães Feliz Demais!

E foi mais uma oportunidade de encontrar as mamães queridas da blogosfera materna!

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Sempre queridas: Tati Passadem, Lelê, Diiirce, Thais, Fabi e Euzinha

 

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A blogosfera materna em peso

 

Você já levou seu filho ao Odontopediatra?

É essencial fazer acompanhamento com um odontopediatra desde cedo para cuidar da saúde bucal dos pequenos. Eu nunca levei Benjamin e descobri que os bebês, assim que nascem seus dentes, devem fazer acompanhamento a cada três meses.

Para evitar cáries usamos pasta dental com flúor, mas as crianças não podem usar creme dental com esse componente. E sabe por que? Porque quanto mais engolem flúor, mais risco correm de ter fluorose – um distúrbio que ocorre na formação dos dentes permanentes causado pela ingestão excessiva de flúor na infância. A fluorose faz com que os dentes permanentes nasçam com manchas brancas e opacas, é um problema de formação e não nasce apenas um dente assim, são vários.

Como nossos pequenos não sabem cuspir, eles ingerem o creme dental e o período de maior risco para o desenvolvimento de fluorose é justamente na primeira infância. Por isso a importância de usar um creme dental sem flúor até os 4 anos de idade.

Estudos indicam que o uso de creme dental com alto teor de flúor antes dos dois anos de idade é responsável por 72% dos casos de fluorose.

Mas como evitar a cárie sem o uso de um creme dental com flúor? No caso das crianças é muito importante usarmos um creme dental sem flúor, mas que proteja das cáries e uma das substâncias que tem ação anticariogênica é o xilitol. Esse componente combate a bactéria Streptococus mutans – principal bactéria causadora de cáries. E é isso que vai proteger os dentes dos nossos pequenos das cáries. E com o creme dental sem flúor, os pequenos também ficarão protegidos do risco de fluorose.

Tudo isso aprendi num evento do Laboratório Daudt com a odontopediatra Dra. Thelma Parada, que faz um trabalho super bacana. Ela desenvolve um projeto voluntário de orientação e prevenção à cárie em escolas da Zona Leste de São Paulo. Você pode conhecê-la através do site Dentista de Criança.

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A Dra. nos apresentou várias imagens de bocas de crianças bem pequenas, com manchas e cáries. Foram imagens bem impactantes, eu fiquei bem assustada. Uma coisa surreal que nunca imaginei ser possível. E gente, numa boa, culpa dos pais. Porque criança pequena não tem discernimento do que é certo ou errado, não tem coordenação motora para escovar os dentes sozinhas (e a Dra. confirma que os dentes das crianças devem ser escovados por um adulto até os 10 anos de idade), enfim, quem tem que cuidar?! O responsável pela criança.

É importante escovar os dentes 3 vezes por dia e sabemos que na escolinha essa prevenção não deve ser das melhores por motivos óbvios. Portanto, as duas escovações em casa devem ser feitas pelos pais e tem que ser aquela limpeza. Crianças devem usar fio dental, eu sei, que já é impossível escovar os dentes de uma criança de um ano e pouco, imagina passar fio dental. Mais um motivo para ir ao odontopediatra para ele ensinar essa proeza.

Para os bebês que, como o meu, tomam leite antes de dormir, não precisar acordá-los. Basta caprichar na higienização na manhã seguinte.

Eu como pessoa super encanada que sou, já estou procurando um odontopediatra para meu filho. Ele está prestes a completar dois aninhos e tem a arca dentária completa desde os 11 meses. Só de pensar na possibilidade dele ter cárie me dá um calafrio, eu que sempre morri (e ainda morro) de medo de dentista. Vamos combinar, né?! Acho que o pior tratamento que existe é aquele que nos obriga a sentar na cadeira de um dentista. Temos que cuidar e prevenir que isso aconteça com nossos pequenos. #ficadica

5 passos para prevenir cárie e fluorose

1. Escova de dente ao alcance da criança com supervisão;
2. Visitas precoces e regulares ao odontopediatra;
3. Higiene realizada pelo adulto responsável;
4. Autonomia para realizar escovação após os 10 anos;
5. Escolha correta do gel dental infantil.

Dica de creme dental. Eu não conhecia profundamente, mas conheci no evento, a linha Malvatrikids:

Malvatrikids Baby 70g (até 4 anos): Malvatrikids® baby gel dental infantil foi desenvolvido especialmente para proteger os dentinhos de bebês e crianças até 4 anos de idade, quando é maior o risco de fluorose pois crianças pequenas tendem a engolir o creme dental durante a escovação. Malvatrikids Baby contém Xilitol, substância anticárie segura e aprovada pelas principais agências de saúde no mundo. Xilitol ajuda a reduzir a formação da placa bacteriana responsável pelas cáries dentais.

Malvatrikids Infantil F 70g (de 4 a 7 anos): Malvatrikids® Infantil F gel dental infantil foi desenvolvido especialmente para proteger os dentes das crianças entre 4 e 7 anos de idade e contém a quantidade ideal de flúor e Xilitol.

Malvatrikids Júnior 70g (acima de 7 anos) – Lançamento!: Malvatrikids® JÚNIOR é um gel dental infantil desenvolvido especialmente para prevenir as cáries e manter uma higiene bucal adequada a partir de 7 anos de idade. Contém flúor e xilitol.

Malvatrikids Júnior Enxaguatório Bucal (acima de 6 anos): Malvatrikids® JÚNIOR enxaguatório infantil foi desenvolvido especialmente para complementar a higiene bucal de crianças acima dos 6 anos. Contém Flúor e Xilitol.

No evento ganhamos esse kit e Benjamin já está usando seu novo creme dental: Malvatrikids.
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Foi mais um evento onde adquiri conhecimentos valiosos e posso compartilhar com outras mães.

E mais uma oportunidade de reencontrar essa turma maravilhosa de mamães blogueiras.

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Conhecendo personagens infantis

Eu sou tipo mãe alienada, não sei nada sobre personagens infantis. Pra você ter uma ideia, toda vez que Benjamin chegava próximo a geladeira da nossa casa, falava e apontava para o “hulio, hulio, hulio”. Ele me olhava com uma cara de “essa minha mãe não sabe de nada”. E não sei mesmo. A nossa geladeira é cheia de fotos de pessoas queridas e nenhuma delas chama-se Júlio. Eu ia lá saber o que significava o tal “hulio”. Pois bem caros leitores, o “hulio” que meu filho se referia é esse aqui:

Imagem do Google

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Dois personagens que não simpatizo e, esses conheço, é a dupla Patati e Patatá. Não me condenem, mas não gosto de palhaços, gente. O único palhaço por quem tive uma simpatia na vida foi pelo palhaço do circo Tihany. Em casa não tem nada do Patati e Patatá, exceto um kit de artes que Benjamin ganhou em seu aniversário de um ano e abri recentemente porque agora ele tem interesse por pintar. Assim que abri, o pequeno Benjamin começa: “tati tataaa”. Filhos aprendem mesmo um monte de porcaria fora de casa.

Imagem do Google

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Dia desses fomos convidados pela Mattel para o lançamento do evento Barbie Studios e Max Steel – O herói está em você. Foi quando de fato me dei conta que eu era uma zero esquerda sobre o que acontecia no mundo infantil. A Barbie, é claro, não só eu, mas o mundo sabe quem é. Eu tive milhares delas! Só que eu não sou mãe de menina e nunca parei pra pensar que não sei nada sobre meninos! Em que mundo eu vivo? É com vergonha que eu assumo, não sabia quem era Max Steel. Corri lá no pai dos desinformados, Sr. Google e….”oi prazer, então você é o Max Steel?! Meu filho tem um de você lá em casa“.

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Eu nem podia recusar um convite para ir ao evento. Era minha obrigação como mãe de menino e ex-viciada em Barbie.

Recentemente, a Mattel me convidou para mais um evento, o lançamento da coleção Kids Outono/Inverno C&A, das marcas Barbie, Hot Wheels e Monster High. Mais uma oportunidade de conhecer outro personagem infantil, agora as Monster High.

Imagem do Google

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Não só os personagens, foi também uma oportunidade de conhecer um pouco mais da moda infantil, reencontrar as amigas-mães blogueiras, ver famosos de pertinho e ainda conhecer o Henri Castelli.

Tudo muito cheio de charme, muito brilho para as meninas, muito estilo para os meninos, tudo fashion para os dois.

Imagem divulgação/Agência

Imagem divulgação/Agência

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Comecei a sentir uma obrigação de ficar mais informada com relação aos personagens infantis e brinquedos. Dei um pulo lá no site da Mattel Brasil para saber mais. Descobri que eu conheço bastante sobre a Fisher Price, ponto pra mim, uma vez que meu filho está vindo justamente dessa fase, onde só ganhava coisas da Fisher. Por onde ando na sala de casa, esbarro num brinquedo da marca.

Também conheço Hot Weels. Mas também é algo recente. Quem me apresentou foi uma amiga-mãe lá do trabalho. E depois disso Benjamin começou a ganhar vários Hot Weels.

Polly! Essa também conheço, ela foi para a minha irmã caçula tipo o que a Barbie foi pra mim.

UNO clássico, né?! Pelo menos não me sinto tão por fora assim.

Agora não me perguntem nada sobre Imaginext e Little Mommy. 😦  Preciso me aprofundar mais no assunto.

Chegou Páscoa e os supermercados cheios de Ovos, de todos os temas i(ni)magináveis. Além de ver alguns dos personagens citados acima, encontrei: Angry Birds (oi?), Nemo, Toy Story, Tortuguitas, Miau, Homem Aranha, Batman, Ben 10, Bob Esponja, Hello Kit, Pucca, Rio, Moranguinho, Scooby-Doo, Kong-fu Panda, Disney, etc…um monte de personagens que eu nem sabia que existia, um monte de personagens mais velhos que eu.

Eu sei que coloquei como meta me atualizar mais sobre o mundo infantil e, principalmente, em como brincar com o meu filho – mais sobre esse assunto em breve, em outro post.

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Sobre a coleção infantil C&A tem roupa para crianças de 4 a 12 anos e já está disponível em todas as lojas do Brasil.

Porque meu filho não come chocolate

Faço parte do grupo que não tem uma educação alimentar adequada. Legumes e vegetais são itens excluídos do meu cardápio. Não, não me orgulho em dizer isso, muito pelo contrário, tenho vergonha. Mas já tentei mudar isso, inclusive na gravidez, e não consegui. Aliás, na gestação sofri muito por isso, pois passei o período inteiro ouvindo de todos os lados que Benjamin não comeria nada saudável, uma vez que o paladar dele já era educado desde o útero. Meu médico era quem me tranquilizava. Benjamin nasceu e bom, três coisas que amo muito, ele ama na mesma medida que eu: pão (qualquer tipo), queijos e batata frita. Ele ama mais dezenas de alimentos que não fazem parte do meu cardápio: bróquis (brócolis), couve, inhame, pepino, ervilhas, abobrinha, beterraba (arghhh), lentilha, alface, cenoura, além de todo tipo de carnes e frutas.

Quando Benjamin entrou na transição das papas, eu já tinha conversado bastante com a pediatra, já tinha pesquisado e lido muito a respeito. Eu e marido fizemos uma espécie de pacto. Não oferecer doces e refrigerante até os dois anos de idade. Por que essa decisão? Porque segundo tudo que havia apurado a respeito, ficou claro que até os dois anos de idade, o paladar da criança está em desenvolvimento. É, inclusive, nesse período que também existe o risco de alergia alimentar. É claro que não sou expert no assunto, mas o doce e o refrigerante pra mim tinha um peso. Primeiro porque nosso paladar é mais chegado num doce. Então tinha medo de que se Benjamin experimentasse a partir daí só quisesse ficar no doce e tchau brócolis. Sempre temi fazer parte do grupo de mães que sofrem porque o filho não come (isso é terrível, um sofrimento para uma mãe!). E outro fator que me assusta é a obesidade infantil, um problema seríssimo dentro da casa de muitas famílias. Por essas neuras, Benjamin não conhece refrigerante, não come chocolate (mas uma vez experimentou um pedaço de brigadeiro, quase morri! foi a única vez). E por orientação de sua pediatra, ele não come iogurte, Danone e afins.

(da categoria dos doces, Benjamin só comia biscoito maisena e recentemente, desde de dezembro, passou a comer bolo – simples, nada de recheio e coberturas)

Eis que dia desses, participei de um workshop da Abbott, com o Dr. Carlos Alberto Nogueira. O assunto abordado: Dificuldades alimentares na infância: os pais, os filhos, as consequências e o tratamento. Dr. Alberto afirmou que 51% da população tem dificuldade alimentar na infância. Explicou os três motivos principais dos problemas alimentares: 1. os pais não seguirem uma divisão de responsabilidade na alimentação da criança; 2. a criança pode não ser capaz de comer bem por causa de problemas médicos ou desenvolvimento; 3. a criança ter problemas de comportamento ou psicológico. A primeira coisa a fazer é procurar um profissional para fazer essa triagem, ou seja, que possa apontar em qual categoria o filho se encaixa e dar orientações.

Segundo Dr. Alberto, existe também fatores de influência dos pais, que seriam: fatores genéticos, exposição precoce aos sabores (e aqui no meu ponto de vista, entra um dos meus motivos de não dar chocolate para Benjamin antes dos dois anos), disponibilidade dos alimentos em casa, o quão é fácil comer esses alimentos, o estilo da paternidade alimentar (e esse foi o ponto que me chamou atenção), práticas alimentares. Influência das crianças: habilidade de desenvolvimento e de ajustar as calorias, provar gostos e desgostos, neofobia, personalidade, condições médicas.

Sobre o estilo de paternidade, são 4: a) Controlador (controla a alimentação e pressiona a criança para comer, suborna-a com recompensa); b) Passivo (desiste da responsabilidade alimentar e não estabelece limites); c) Indulgente (não estabelece nenhum limite); d) responsivo (estabelece limites, orienta a alimentação da criança, serve como modelo alimentando-se de todos os alimentos oferecidos para a criança; conversam com os filhos sobre a comida de uma forma positiva, respondem aos sinais de fome da criança).

Estava quase me gabando (em pensamento) e me encaixando no perfil responsivo, se não fosse um único fato: não ser um exemplo para o meu filho. Definitivamente estou longe de ser. O modelo aqui em casa é o pai. Logo depois veio um segundo fato: não permitir o chocolate na vida do meu filho. Dr. Carlos Nogueira apontou pra mim e sentenciou: você é o estilo controlador! 😦 Segundo ele, 20g de chocolate por dia faz até bem. E é claro, não é pra sair dando chocolate para uma criança de um ano todos os dias, mas que era possível restringir alguns dias para isso (seria a tal abertura para os dias de guloseimas).

Conversei com as amigas-mães blogueiras presentes no evento: Tati Passagem (blog Entre Fraldas e Livros), Thaís Scavassa (blog Testado pela Mamãe) e Paola Preusse (blog Maternidade Colorida), todas dividiram comigo suas experiências e sugestões. Saí de lá quase decida: quem sabe nessa Páscoa Benjamin começa a comer chocolate. Sou daquelas que até os meus conceitos começam a me perturbar, começo a me questionar o porquê do porquê da decisão. A louca!

Faltam só 3 meses e meio para Benjamin completar dois anos. Embora, mantenho a decisão de não oferecer chocolate, não tenho dúvidas que na escolinha (nessas festinhas de aniversário que tem sei lá, uma vez por semana) ele já tenha comido bolo de chocolate, brigadeiro, beijinho… por que se não tenho dúvida disso, mantenho essa decisão? Por que não permito esse pequeno prazer a ele perto de mim, em casa? Por que se eu (juro) não quero ser o estilo controladora? A perturbada!

Neste final de semana, dei o primeiro passo para chegar próximo ao estilo responsivo. Ofereci ao Benjamin um chocolate. E dessa vez, não cheguei perto do quase morri e me dei conta que não vai acontecer nada demais com ele, se ele comer chocolate. Que venha a Páscoa (com moderação)!

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Esse post foi inspirado por uma pergunta da leitora Maria Joaquina. Questão que chegou bem no dia em que estava no Workshop. Ela perguntou: Gabi, por que Ben ainda não come chocolate? Sua resposta pode me ajudar.

Espero que tenha respondido e te ajudado de alguma forma, Jô!

Quero aproveitar e agradecer toda a equipe da Abbott! Participar de encontros como esse é sempre muito enriquecedor. Adoro!

Mãe na direção

Com o objetivo de ajudar de forma integrada e participativa as mães e filhos que passam bastante tempo a bordo, a Renault do Brasil desenvolveu um projeto chamado Mãe na Direção para as mães compartilharem ideias e soluções para os diferentes problemas enfrentados enquanto dirigem na companhia de seus filhos. Para essa ação foi criada uma página no Facebook onde a personagem Wanessa (verdadeira) divide os dilemas que ela enfrenta ao volante com sua filha, Bia. Foi criada também uma websérie que permitia acompanhar e participar através de sugestões. A comunidade tornou-se um espaço de interação entre mães de todas as regiões desse mundão de meu Deus. E eu estava lá no meio, trocando experiência, interagindo e ajudando a construir soluções para os problemas que a Wanessa encontrava.

Eu me tornei mãe na direção logo depois que Benjamin nasceu. Na verdade eu tinha carta, tinha aprendido a dirigir, mas não tinha prática, até que bati o carro, fiquei com medo, parei. Quando engravidei foi uma das coisas que coloquei como objetivo: pegar prática no volante. No primeiro dia de adaptação no berçário, era o primeiro dia que pegaria também a marginal sozinha ao volante e com o meu Ben. Foi tudo tranquilo até eu chegar em casa e bater o carro na lixeira (SIM!!! Só comigo acontece essas coisas) do vizinho e arregaçar o vidro de trás do carro (ninguém se machucou). Como se não bastasse ser o primeiro dia da minha separação com meu Ben, bati o carro da maneira mais babaca. Chorei, me descabelei, disse que não pegaria mais o carro. No dia seguinte, eu estava levando o carro pra arrumar e a vida seguiu.

Essa é uma das conquistas que mais me orgulho. DIRIGIR! É uma autonomia e liberdade indescritível. Eu levo Benjamin ao berçário, pediatra, não dependo de ninguém. E isso não tem preço. E adorei participar na comunidade, dando meus pitacos sobre como é ser mãe na direção. Ao final da primeira temporada (esperamos que tenha mais) da campanha, as mães mais participativas e que deram as melhores dicas e sugestões foram convidadas para participar de um evento exclusivo. Pra minha surpresa, entre 100 mil participantes da comunidade, eu e Benjamin fomos convidados.

O evento foi realizado em 1 de dezembro/2012. Reuniu mães (e filhos) de várias regiões (A Gleyci, a Poliana, Angela, Renata, Pati, Carina, Mariana, Thais, Camila, a Carol. Perdoem-me se esqueci de alguém). Tiveram várias surpresas desde a presença do quarteto As Olivias e Daniele Suzuki até as atividades proporcionadas para mães e filhos. O lugar foi incrível, projetava a casa da Wanessa, super aconchegante, com vários porta retratos espalhados com fotos de nossos filhos que haviam sido compartilhadas na comunidade, vários ambientes projetados para os pequenos.

Saí de férias. Voltamos e a vizinha disse que tinha uma encomenda pra mim. Uma caixona de sedex. Abri. Um book. Como se já não bastasse todos as lembranças que ganhamos no evento, a Renault enviou mais uma lembrança. Um álbum personalizado com várias fotos do evento. Logo na primeira página:

“A mamãe Gabriela conheceu seu maior presente no dia 16 de junho de 2011: o Benjamin. O pequeno Benjamin, como nasceu sob o signo de gêmeos, é esperto e incalculavelmente inteligente. É sagaz e rápido. Saca tudo, se interessa por tudo. É curioso e aprende com facilidade. Pergunta sobre tudo, é sociável, comunicativo e falante, conversa com todo mundo. Benjamin é um nome hebraico que significa filho da felicidade.”

Fala se não é pra se desmanchar?! Eu já estava encantada, fiquei mais ainda!

Agradeço a oportunidade da Renault. Foi maravilhoso participar do evento e poder trocar experiências com outras mães. Parabenizo a iniciativa e, principalmente, a organização do evento. Fui produtora de eventos e sei quanto é trabalhoso produzir um evento desse porte. Foi perceptível como cada detalhe foi milimetricamente planejado desde a nossa chegada até a saída.

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Mãe na Direção: https://www.facebook.com/MaeNaDirecao