O Desfralde

Sabe notícia inesperada? Então, recebi sexta-feira passada. Chegou a fase mais temida pela mãe aqui, o desfralde!

O mais engraçado é que nesse mesmo dia, uma colega da faculdade, também mãe, me perguntou sobre o desfralde do Benjamin. Respondi toda relax que ainda demoraria.

Nesse ano já havia conversado com a escola sobre o assunto e fui informada que ainda demorava, que Benjamin precisava dar mais sinais, além de saber falar, que provavelmente o desfralde aconteceria só no segundo semestre.

Interpretei a mensagem da seguinte forma: só quando Benjamin construir frases literárias, lá com 2 anos e 6 meses. Ou seja, final do segundo semestre.

Mas o segundo semestre começa em julho, Benjamin já completou 2 anos, já fala, já compreende o que falamos, algumas vezes arranca a fralda, faz xixi no vaso quando vai pro banho, reconhece o penico, e por mais que seja díficil para mãe assumir, o bebê já se tranformou numa criança, um moleque arteiro.

Receber notícia que você não espera, na maioria das vezes te pega de supetão. Eu que quase nunca abro a agenda do Benjamin, encasquetei de abrir na sexta-feira passada e me deparei com um comunicado extra oficial e gigante:

“Processo Desfralde – Benjamin”

Quase tive um surto!

Achei super bacana o comunicado da escola. Cheio de explicações, dicas e orientações sobre o processo. Transmitiu-me muita confiança.

Existem várias cobranças na vida materna (ou muita gente precisando achar o que fazer, além de cuidar da vida do outro): “já anda?“; “ainda não fala?”; “ainda toma na mamadeira?”; “quando vai largar a chupeta?”; “quando vem o irmãozinho (a)?”, etc. O controle dos esfíncteres é só mais uma entre tantas cobranças da sociedade.

Eu brinco falando que tenho preguiça dessa fase de desfralde. Tem um fundo de verdade nessa brincadeira, admito. Mas tenho muito mais tranquilidade. Primeiro, porque procuro me informar. Segundo, porque nunca vi criança de 8 anos ou adulto usando fralda. Não tenho é pressa.

Portanto, vamos iniciar essa fase com muita paciência e tranquilidade. A escola começa o processo hoje e estabeleceu conosco algumas combinações, porque o ideal é essa fase acontecer de forma conjugada – escola e pais atuarão juntos!

Aos finais de semana, estamos incumbidos de fazer um relatório dos horários que Benjamin fizer xixi e cocô.

Algumas pessoas andaram me perguntando se eu acho que Benjamin está preparado. Sinceramente, comecei a achar isso desde janeiro desse ano. Até compramos cuecas, penico, mas depois de uma conversa com a escola, não fizemos tentativas, ficamos só conversando com Benjamin.

Pouco antes de completar 2 anos, Benjamin começou a pedir pra fazer xixi no vaso toda vez que ia tomar banho, passou avisar que tinha feito cocô, demonstrar incômodo e até tirar a fralda.

Recentemente, parou com isso.  Mas parece que na escola ele tem demonstrado interesse. Somado ao fato que ele é o mais novo na sala – a maioria das crianças de sua sala, completam 3 anos agora no segundo semestre. Deve ver as crianças já nessa fase e acaba aprendendo por repetição – como todos os aprendizados das crianças.

Mas em geral, ele demonstra ter conhecimento desses desejos e compreende tudo o que falamos.

Vamos iniciar o processo sem neura e se não der certo – o que pode ocorrer, voltamos para trás. Que mal há nisso? Acredito que nenhum. O importante é todos, principalmente nós, pais, estarmos seguros e conscientes, para transmitir a segurança necessária para os pequenos.

Sei que desfralde é assunto comum entre os blogs maternos, mas agora começa a transição do Bossa Mãe nessa fase. A partir de hoje vou compartilhar aqui como está sendo nossa experiência. Vem com a gente!

Conhecendo personagens infantis

Eu sou tipo mãe alienada, não sei nada sobre personagens infantis. Pra você ter uma ideia, toda vez que Benjamin chegava próximo a geladeira da nossa casa, falava e apontava para o “hulio, hulio, hulio”. Ele me olhava com uma cara de “essa minha mãe não sabe de nada”. E não sei mesmo. A nossa geladeira é cheia de fotos de pessoas queridas e nenhuma delas chama-se Júlio. Eu ia lá saber o que significava o tal “hulio”. Pois bem caros leitores, o “hulio” que meu filho se referia é esse aqui:

Imagem do Google

Imagem do Google

Dois personagens que não simpatizo e, esses conheço, é a dupla Patati e Patatá. Não me condenem, mas não gosto de palhaços, gente. O único palhaço por quem tive uma simpatia na vida foi pelo palhaço do circo Tihany. Em casa não tem nada do Patati e Patatá, exceto um kit de artes que Benjamin ganhou em seu aniversário de um ano e abri recentemente porque agora ele tem interesse por pintar. Assim que abri, o pequeno Benjamin começa: “tati tataaa”. Filhos aprendem mesmo um monte de porcaria fora de casa.

Imagem do Google

Imagem do Google

Dia desses fomos convidados pela Mattel para o lançamento do evento Barbie Studios e Max Steel – O herói está em você. Foi quando de fato me dei conta que eu era uma zero esquerda sobre o que acontecia no mundo infantil. A Barbie, é claro, não só eu, mas o mundo sabe quem é. Eu tive milhares delas! Só que eu não sou mãe de menina e nunca parei pra pensar que não sei nada sobre meninos! Em que mundo eu vivo? É com vergonha que eu assumo, não sabia quem era Max Steel. Corri lá no pai dos desinformados, Sr. Google e….”oi prazer, então você é o Max Steel?! Meu filho tem um de você lá em casa“.

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Eu nem podia recusar um convite para ir ao evento. Era minha obrigação como mãe de menino e ex-viciada em Barbie.

Recentemente, a Mattel me convidou para mais um evento, o lançamento da coleção Kids Outono/Inverno C&A, das marcas Barbie, Hot Wheels e Monster High. Mais uma oportunidade de conhecer outro personagem infantil, agora as Monster High.

Imagem do Google

Imagem do Google

Não só os personagens, foi também uma oportunidade de conhecer um pouco mais da moda infantil, reencontrar as amigas-mães blogueiras, ver famosos de pertinho e ainda conhecer o Henri Castelli.

Tudo muito cheio de charme, muito brilho para as meninas, muito estilo para os meninos, tudo fashion para os dois.

Imagem divulgação/Agência

Imagem divulgação/Agência

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Comecei a sentir uma obrigação de ficar mais informada com relação aos personagens infantis e brinquedos. Dei um pulo lá no site da Mattel Brasil para saber mais. Descobri que eu conheço bastante sobre a Fisher Price, ponto pra mim, uma vez que meu filho está vindo justamente dessa fase, onde só ganhava coisas da Fisher. Por onde ando na sala de casa, esbarro num brinquedo da marca.

Também conheço Hot Weels. Mas também é algo recente. Quem me apresentou foi uma amiga-mãe lá do trabalho. E depois disso Benjamin começou a ganhar vários Hot Weels.

Polly! Essa também conheço, ela foi para a minha irmã caçula tipo o que a Barbie foi pra mim.

UNO clássico, né?! Pelo menos não me sinto tão por fora assim.

Agora não me perguntem nada sobre Imaginext e Little Mommy. 😦  Preciso me aprofundar mais no assunto.

Chegou Páscoa e os supermercados cheios de Ovos, de todos os temas i(ni)magináveis. Além de ver alguns dos personagens citados acima, encontrei: Angry Birds (oi?), Nemo, Toy Story, Tortuguitas, Miau, Homem Aranha, Batman, Ben 10, Bob Esponja, Hello Kit, Pucca, Rio, Moranguinho, Scooby-Doo, Kong-fu Panda, Disney, etc…um monte de personagens que eu nem sabia que existia, um monte de personagens mais velhos que eu.

Eu sei que coloquei como meta me atualizar mais sobre o mundo infantil e, principalmente, em como brincar com o meu filho – mais sobre esse assunto em breve, em outro post.

*

Sobre a coleção infantil C&A tem roupa para crianças de 4 a 12 anos e já está disponível em todas as lojas do Brasil.

Meu filho tem manias

Benjamin não tem paninho. Ele não é apegado a nenhum ursinho e nenhum tipo de pano, seja fralda ou manta. De início, quando era bebezinho, algumas pessoas quando o colocavam para dormir, já aconchegava uma fralda no rosto dele, eu ia lá e tirava. Tem gente que acha bonitinho, coisinha de nenê, mas na boa, eu não acho não (nada contra os filhos e pais que curtem). Abre outro parênteses: outro dia vi uma criança saindo de um lugar com um paninho – modéstia falar assim no diminutivo, o negócio me lembrou a imensa trança da princesa Rapunzel, a criança ia saindo de onde estava e o pano ia sendo arrastado pelo chão da rua (olha que higiênico) e não chegava nunca ao final dele. Fecha parênteses. Nunca gostei desse hábito por dois motivos: 1. como Benjamin sempre se mexeu bastante, eu morria de medo dele se enroscar no pano e sei lá o que poderia acontecer (a gente sempre pensa o pior). 2. Esse é o fator principal de abominar o paninho. Num passado distante, numa aldeia longe, o bebê de uma conhecida usava esse tipo de recurso e aquele pano fedia tanto! Tinha um cheiro de azedo! Um horror! Um nojo pra falar bem a verdade (o mínimo que se deve fazer é trocar o tal pano diariamente). Aí sabe aquelas heresias que você quando não é mãe jura que não vai fazer quando se tornar uma? Então…só que nesse caso, essa maldição não voltou contra mim. Foi fácil não habituar Benzoca com essa mania.

Por outro lado, sempre quis que meu Ben elegesse um de seus brinquedos como favorito. Acho interessante a criança levar um “amiguinho” para todo canto. Talvez seja cedo para ele adotar esse princípio porque até agora ele só quer saber dos seus instrumentos e mesmo assim larga de boa na sala quando estamos saindo. Sobretudo, algumas semanas atrás, ele começou a se apegar cada dia por um objeto diferente. Um dia foi a Galinha Pintadinha, no outro foi a sua mini vassoura, noutro foi a guitarra, noutro um carrinho, teve até um dia que ele não largou uma peça desses jogos de montar. Eu estava até achando bonitinho. Mas sei lá, acho que isso durou umas três semanas e tudo se normalizou.  Principalmente, porque depois foi ficando difícil fazê-lo deixar no carro, ele queria levar para a escolinha e isso não é permitido por motivos óbvios: a criançada fica toda alvoroçada, todas querem o brinquedo e porque também pode perder.

Bom, o fato é que agora uma praga se abateu na cabeça da mãe aqui. A gente se orgulha tanto pelo filho não ter se apegado a tal fralda, mas… o menino não tira a mão da boca. Não, não é o dedo. São os 5 dedos, a mão inteira. E fica aquela baba escorrendo pelo queixo, pescoço, até que para na camiseta. Quando muito para na roupa da mãe deixando aquele circulo lindo de baba (e não adianta secar, fica uma marca do mesmo jeito, daquelas quando a gente dorme pesado na condução, a baba escorre, você acorda percebendo a situação, tenta puxar, tarde demais). Achamos que era dente, mesmo tendo uma leve certeza que Benjamin já tinha a arca dentária completa. Perguntamos à pediatra, ela confirma: ele já tem todos os dentes. Isso é mania!

E eu querendo livrar meu filho de todo mal, mas nem das manias consigo. Blasfêmia! Quem é a mãe desse menino?

*

Esse paninho ou “amiguinho” é chamado de objeto de transição. Os psicólogos dizem que a criança se apega principalmente na falta da mãe, quando sua ausência lhe traz angústia. Vai ver que meu Ben não fica angustiado com a minha ausência (não valendo nada).

Eu curti e compartilho

Carnaval chegando e o Bossa Mãe vai entrar em recesso. Ahhhhhh, que pena! (risos) É que preciso doar tempo e disposição para escrever e vamos combinar que em pleno carnaval não vai rolar. Volto em seguida contanto as aventuras do primeiro carnaval meu Ben Tintin.

Para finalizar a semana pré Carnaval separei algumas coisas para compartilhar aqui.

*

Coisas de criança

Outro dia comentei aqui sobre a revista Pais & Filhos. Essa revista é deliciosa! No final dela tem uma seção de “opinião” onde alguns profissionais, porém pais, mães, avôs ou avós relatam algum tipo de experiência. Tenho que compartilhar uma de Juca Kfouri – avô, que recebeu em seu blog, uma carta de um aluno da terceira série. Segue a história.

“Uma avó é uma velhinha que não tem filhos. Ela gosta do filho dos outros. Um avô é um homem-avô. Ele leva os meninos para passear e conversa com eles sobre pescaria e outros assuntos parecidos.

As avós não fazem nada e por isso podem ficar mais tempo com a gente. Como elas são velhinhas, não conseguem rolar pelo chão ou correr. Mas não faz mal, porque nos levam ao shopping e compram tudo o que nossos pais não querem comprar. Na casa delas tem sempre um vidro com balas e uma lata cheia de suspiros. Contam histórias de nosso pai ou nossa mãe quando eram pequenos, histórias de uns livros bem velhos com umas figuras lindas. Passeiam conosco mostrando as flores, ensinando seus nomes, nos fazendo sentir seu perfume. Avós nunca dizem: “Apresse-se”, “Arrume seu quarto”, “Coma com modos”.

Normalmente as avós são gordinhas, mas, mesmo assim, elas nos ajudam a amarrar os sapatos. Quase todas usam óculos e eu já vi uma tirando os dentes e as gengivas.

Quando a gente faz uma pergunta, a avó não diz: “Menino, não vê que estou ocupada?!” Ela para, pensa e responde de um jeito que a gente entende. As avós sabem um bocado de coisas.

As avós não falam com a gente como se fôssemos umas criancinhas idiotas, nem apertam o queixo dizendo: “Que gracinha!”, como fazem algumas visitas chatas. Quando leem para nós não pulam pedaços das histórias, nem se importam de ler a mesma história várias vezes. O colo das avós é quente e fofinho, bom de a gente sentar quando está triste. A minha avó sabe fazer uma festinha bem leve nas minhas costas que eu adoro.

Todo mundo deveria tentar ter uma avó porque são os únicos adultos que tem tempo para nós”.

*

Roteiros – Dica para o carnaval

Eu e a família estamos indo para o Rio de Janeiro e aííííí pesquisando roteiros que poderiam ser feitos com o pequeno Ben, encontrei o blog 1001 roteirinhos (que não conhecia) que indica vários roteiros bacanas para o carnaval na cidade maravilhosa. Isso não significa que eu vá fazer, (ok?!) pois o Ben ainda é muito pequeno. Mas adorei a programação e o blog – que traz vários programas para curtir em família, no Rio, mas tem indicação de filmes e peças em cartaz também em São Paulo. O blog tem uns posts mega bacana, intitulados Baú de Diversões, traz várias sugestões de brincadeiras. Está sem ideia do que brincar com a criançada? Passa lá que tem várias brincadeiras divertidas! #ficadica

*

Promoção para as mães de plantão

O blog Mil dicas de Mãe está arrepiando nas dicas e para comemorar um mês de vida está com uma promoção. Os participantes estão concorrendo a um conjunto feminino composto por um bory, uma camisetinha e um shorts, para as princesas de 6 meses. Embora eu tenha um menino, já estou participando!!! Quem sabe eu ganho e presenteio uma amiga mãe?! Adoooooro! Para saber como participar, acesse o blog clicando aqui.

*

Ótimo carnaval para todos! Com moderação! Não esqueça, se beber não dirija! E não deixe de usar o filtro solar em você e nas crianças.