Chegou a hora da vistoria no apartamento

Em janeiro desse ano, anunciei aqui a VENDA da casa em que moramos e falei da nossa aquisição: a casa o apartamento próprio.

Pois é, 7 meses se passaram, a casa ainda está a venda e nós ainda moramos nela.

A novidade é que estamos bem próximos de nos mudarmos. Dias atrás numa ligação, isso ficou evidente. Era chegada a hora da vistoria do apartamento.

Pode parecer bobo, mas gente, ninguém tem noção da ansiedade, alegria e emoção que tomou conta de mim. Tudo junto e misturado. Data e horário marcado estávamos os três lá: eu, Marido e Benjamin. Ah, a Ana, arquiteta também.

Quando vi Benjamin andando pela área da piscina, quadra de futebol, quase tive uma parada cardíaca causada por forte emoção. Ok, exageros a parte, fiquei bem emocionada. Uma sensação de tarefa sendo cumprida. Porque agora, depois do meu Ben na minha vida, é diferente o sonho da casa própria. É por ele, é para ele.

Ao entrar no apartamento….sei lá, passou um milhão de coisas na minha cabeça – das quais vou registrando por aqui ao longo das próximas semanas.

Eu tinha outra imagem do apartamento. Achava que ao entrar, cozinha, sala, corredor para os quartos, fossem tudo para a esquerda (não sei de onde tirei isso, mas nesses dois anos e meio, quando fechava os olhos e pensava no apartamento era assim que eu o via). Na verdade é tudo para o lado direito, me senti canhota mesmo não sendo. A louca! Depois de um tempo lá dentro, me acostumei.

Nosso apartamento está lindo, com tudo funcionando corretamente, na varanda bate um ventinho gostoso que invade a sala, a luz também toma conta de todo o ambiente.

Benjamin correu por todos os lados, escolheu seu quarto (que era já, o qual em pensamentos, eu destinava para ele), fez questão de ajudar a testar todas as tomadas.

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A ansiedade agora está grande para mudarmos. O mais legal é que agora, após ter entrado nele, consigo sonhar com o jeito que quero deixá-lo, as coisas que vou colocar nele, o lar doce lar que quero transformá-lo….

*

Você está passando ou vai passar por uma fase parecida com a nossa?

Separei alguns links com dicas para você se preparar para a vistoria do apartamento:

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Mega Artesanal – Inspiração

Aconteceu de 03 a 07 de julho, a Mega Artesanal – uma mega feira de artesanato que existe no Brasil. Eu não conhecia e fui conhecer no último dia de feira com minha amiga-sócia-blogueira-mãe Amanda, que já tinha ido no primeiro dia de feira e contou em seu blog Scrap Paper.

Todos os dias da feira, o pavilhão do Imigrantes estava amarrotado de gente. Pensamos que seria assim no domingo, mas pegamos um dia mais tranqüilo, ótimo para ver e comprar com mais calma todas as novidades.

São vários expositores de toda arte que você imaginar e a principal que fomos ver: Scrapbooking!

A feira também oferece vários cursos gratuitos para fazer na hora, mas nem cogitamos essa ideia. Queríamos ver tudo! Chegamos às 11:00 (início da feira) e fomos embora por volta das 17:30 – quando todos os expositores já estavam fechando seus stands.

“Gabriela, mas você como jornalista tá bem atrasada hein?! Falando de evento que já aconteceu….”

Ok, eu sei. Mas vejam, a mãe aqui ficou fora o domingo o dia inteiro, depois não tive tempo de sentar e escrever. Fiquei encantada com a feira e tudo que vi. Mais ainda com a ideia do “faça você mesma”, reaproveitar nossos móveis, como por exemplo, encapar uma cadeira ou um móvel antigo. Pequenas coisas que podem dar uma nova cara ao ambiente. Enfim, mesmo atrasada quis compartilhar aqui no blog algumas dessas coisas que vi. Pode servir de inspiração para outras pessoas também.

Veja essas ideias de decoração que estavam expostas no stand da Casa da Mega:

Cadeira customizada.

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Móvel encapado com adesivo de tecido.

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Cozinha. Eu adoro essa ideia de parede para escrever com giz. Tem papel e também tinta para essa finalidade e efeito.

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Quarto de bebê. Olha que charme. Detalhe para o quadro que cada parte vai completando a árvore. Achei lindo. Puro scrap!

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Passeando a feira toda é possível encontrar várias decorações de festas infantis.

Essa aqui é ideal para festas ao ar livre.

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Tema de circo. Achei bacana, saiu do convencional “só palhaço”. Essa proposta é usar todos os elementos do circo: trem, coelho, elefante, leão…muitas cores.

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Festa de Pirata.

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E tem para o Marinheiro também.

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Essa festa com tema UP, eu, particularmente, adoro essa decoração com balões. Acho muito lúdico, clean, lindo demais. Ao invés do balão, poderia ser também pipas ou passarinhos.

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Para finalizar, uma decoração linda para chá de bebê de gemêos. Mas nada impediria desse tema “Cegonha” ser adaptado para um bebê apenas.

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Sobre organização e desapego

Eu odeio não gosto de inverno! Não simpatizo nem um pouco com os meses julho e agosto. São pra mim meses sacrificantes, arrastados, cinzentos, em que nada de bom acontece. Perceba, julho começou há dias e estamos no dia 10 ainda! Vai demorar para acabar, viu…

No entanto, já estamos no segundo semestre do ano! No dia 1º de julho, a amiga-mãe-blogueira Lelê postou no seu face algo do tipo: “Primeiro mês do segundo semestre do ano e o que você fez até agora?”. Fiquei me perguntando o dia inteiro o que tinha feito nos últimos 6 meses e vieram respostas nada convincentes: tirei férias, fiz um curso na ESPM; assisti alguns (poucos) filmes do projeto que consiste em assistir mais filmes; fiz junto com a arquiteta o projeto do meu apartamento; poupei; organizei a festa de aniversário do Benjamin; hum… e só.

Aí fui ler meu blog preferido sobre organização – Vida Organizada, da Thaís Godinho – e me deparei com o post Checklist de Julho 2013, que começa assim:

Julho é o primeiro mês da segunda metade do ano. É uma boa época para analisar tudo o que já fizemos e planejar os próximos passos de todos os novos objetivos de curto prazo. Se você gosta de fazer resoluções de ano novo, pode ser uma boa avaliar se o que você se propôs a fazer está caminhando e, se não for o caso, o que ainda pode ser feito até dezembro.”

Quase entrei numa crise. Ou melhor, entrei! A blogueira Thaís fala muito sobre objetivos de curto, médio e longo prazo. E me dei conta que eu não tracei, não tenho nenhum objetivo para os próximos meses. Motivo? Apartamento! Deixei o ano 2013 por conta do apartamento e estou deixando a vida me levar. Isso me incomoda muito. Gosto de planos, metas, objetivos! Gosto de me sentir em movimento.

Refleti mais um pouco e pensei: por que não destralhar e organizar a vida, principalmente, a casa?

Eu vou para um apartamento novinho em folha, o lugar que vou chamar de meu – o meu lar – e não posso transformá-lo num lugar de tralhas.

Estou numa fase que entro em casa e a visão que tenho é de entulho. Sério mesmo. Em cada canto da sala tem algo amontoado: papéis, livros, sapatos do Benjamin, DVD’s, CD’s, material de scrap, milhões de brinquedos…

Eu acredito que bagunça, tralha = acúmulo de coisas desnecessárias, é sinal de que o nosso interior está em conflito ou é falta de tesão pela casa. No meu caso, são as duas coisas juntas. Meu interior fica mega perturbado nesses meses. E eu já não tenho amor nenhum por essa casa em que moramos (se é que tive algum dia).

No dia 1º de julho, arregacei as mangas e iniciei o projeto “Organização e Mudança” ou “Exercício de Desapego”. Comecei pelos livros, separei todos e vi um por um o que levaria conosco para o apartamento e o que seria doado. Aproveitei e já encaixotei tudo. Nessa limpeza, encontrei coleções de revistas, várias delas: Vida Simples, Bons Fluídos, IMPRENSA, Casa e Jardim, Casa e Comida, Crescer, Pais & Filhos. Resolvi ficar apenas com a coleção de Vida Simples e Casa e Comida (essa coleção completa). Das outras, retirei todas as matérias que eu acho interessante para arquivar em pastas (compradas nesse final de semana) e da Casa e Jardim retirei todas as ideias que acho bacana para nosso apartamento.

Encontrei uma pasta enorme com uma coleção de papéis de carta!!! Há anos eu tenho isso. Há anos nem encostava nessa pasta. Nem precisei fazer a pergunta clássica “para quê preciso disso?”. Na hora veio a ideia do desapego. Enquanto estava nos livros, encontrei vários do Dalai Lama. Teve uma época da minha vida que o budismo me interessava muito. Não leio mais tanto a respeito, mas simpatizo com a religião. E uma das coisas que o budismo prega é justamente com relação ao desapego, dizem que o apego pode nos asfixiar. Fui pesquisar sobre o assunto e parece que o apego a determinado objeto pode ser também uma nostalgia mal resolvida, tipo uma vontade de viver novamente algo impossível. Por exemplo, guardar papéis de carta, poderá significar vontade de voltar a adolescência. Quáááá…

O ritmo de organização caiu no final de semana e ontem voltou a ficar intenso. Fui lá para o quarto onde guardamos todas as tralhas inimagináveis. Até o marido entrou, por livre e espontânea vontade (juro!), no processo. Ele fez uma limpa em seu guarda roupa e sapatos. Eu fiquei por conta da documentação da casa (que ainda não terminei), vários arquivos universitário (desapeguei geral: joguei tudo fora), bolsas (doei todas que não uso há um ano), roupas de cama (doei o que não uso e que não pretendo usar no apartamento) e banho (separei as toalhas maltrapilhas para fazer pano de chão e algumas mandei pra casa da minha mãe e irmã que usarão com os cachorros).

Tem muita coisa para fazer ainda: meu guarda-roupa; cozinha; banheiro; sala. Vai ser um processo longo, porque não basta tirar tudo o que não se quer mais, tem que organizar o que vai ficar. E o que estou fazendo digamos que é a primeira triagem, pois outra será feita ao encaixotar tudo de vez para a mudança.

É uma delícia destralhar a casa! Tem uma parte nostálgica que te abraça nesse processo – talvez por eu ser uma pessoa nostálgica demais tenho sentido isso (falarei em outro post). Mas se livrar de coisas que você não usa, que já não tem mais serventia alguma na sua vida te dá uma sensação de liberdade, de purificação, caminhos sendo abertos, novas oportunidades e possibilidades. A sensação é de que a vida passa a circular melhor, e você, inclusive, pelo espaço. Internamente, passamos aos poucos a nos sentir mais leves e melhores.

Existem vários motivos para guardamos as coisas, seja lá qual for, isso quer dizer que somos ligados a bens materiais. Não podemos esquecer que dessa vida não se leva nada. Eu continuo com o meu processo que está só começando e deixo aqui pequenas dicas (e que estou usando) para você organizar a vida e desapegar:

Três perguntas básicas que você deve fazer para se desprender de algo:

1) Para quê preciso desse objeto?

2) Quanto tempo não mexo/uso isso?

3) Quando voltarei a mexer? (se a resposta for “não sei”, separe para doação)

Tudo que você não usa, tem utilidade para outra pessoa. Doe!

Desapegue!

Leia mais o site: Vida Organizada.

Baixe o e-book gratuito: 365 dicas de organização para o ano todo.

Como tirar mancha da roupa da criança (e da mamãe)

Se tem duas tarefas domésticas que eu não gosto são: lavar e passar roupa. Não levo jeito. Não sei. Não gosto. Mas por necessidade, faço.

Quando Benzoca nasceu, pensei que seria ótimo se a roupa dele fosse descartável (quem nunca?). Ele fazia um “número 2” cabuloso. Sempre sujava a roupa inteira. Eu não sabia como eliminar as manchas. Jogava água imediatamente (sem deixar secar o estrago), esfregava, deixava de molho por horas e ficava aquela mancha amarelona. Alvejante não adiantava (o negócio era monstruoso mesmo!)

E não era só mancha de coco. Tem também a mancha de leite, golfo, que acaba deixando manchinhas amarelada na roupinha do nenê.

Um dia maridão trouxe um produto que resolveria o meu problema com as tais manchas. Obviamente, um Tira Manchas. Mas não era qualquer um. Era O tira mancha, da empresa Limpeza Verde. Além de remover todo tipo de mancha (na embalagem diz que remove mais de 70 manchas) é um produto ecologicamente correto, biodegradável e não contém química em sua fórmula. Ou seja, podemos usar nas roupas dos bebês sem medo.

Já tirei muita mancha de coco (e de comidas diversas) da roupa do Benjamin com esse produto. Agora Benzoca já não suja a roupa com coco. As manchas são outras, as tops são: caneta esferográfica e canetinha!

Eis que semana passada ele chegou com a camiseta branca cheia de rabisco de canetinha. Pensei “agora, já era”. Estava sem o produto em casa, deixei de molho no alvejante e nada da mancha sair. Marido achou o produto na dispensa (ele tinha quase certeza que tinha o tira mancha em casa, fizemos uma aposta*: se tivesse eu teria que comer um pedaço do produto). Fizemos o teste. Para nossa surpresa, o tira mancha atuou de forma 100% eficaz. Anteriormente, já tinha comprovado remoção de mancha com caneta esferográfica.

Além de tirar as manchas indesejáveis é super econômico, fácil e prático de usar. Basta molhar o local manchado, esfregar o bastão tira manchas, depois esfregar a tampinha pra penetrar no tecido (essa é a dica do marido que tem mais experiência que eu. Porém, acredito que isso pode estragar o tecido, principalmente os mais delicados. E na embalagem não tem essa instrução. Portanto, não sigam a dica dele), aguardar de 5 a 10 minutos para ação do produto, esfregar o tecido com as mãos, enxaguar e pronto, lavar normalmente. Eu costumo deixar o produto agindo por um pouco mais de tempo. Se achar necessário, basta repetir o processo (aqui em casa nunca precisamos repetir).

Satisfeita! Liguei na empresa para parabenizá-los pelo produto altamente eficaz. Adivinhem… Acabei sabendo que eles possuem vários outros produtos que agora o Bossa Mãe tem o maior prazer de sortear, um kit!

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O kit é composto por:

– Limpa Limo
– Limpa Vidros
– Limpa Tênis
– Limpador de uso geral
– Limpa Cozinha
– Kit limpa tela
– Tira mancha
– Mini Tira Mancha

Para participar do sorteio basta deixar seu nome no comentário desse post. Simples como remover a mancha da sua roupa com o Tira Mancha.

O sorteio será realizado dia 15/03.

O sorteado receberá o kit em sua casa.

Bora, deixa o nome aí.

Boa sorte!

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Conheça mais sobre os produtos Limpeza Verde AQUI.

*Sobre a aposta com o marido: eu perdi! Não, eu não comi um pedaço do produto. :p