De verde e amarelo, és mãe gentil #protestomaterno

protesto materno

O povo foi para as ruas. Alguns manifestar, outros para quebrar.

Sinceramente, não sou das que acham que é preciso quebrar para reconstruir. Não, não estou com dó do Itaú com seus vidros quebrados. Mas já vejo o Brasil como um país maltratado demais. Vandalismo nessas horas só piora a situação. Torna-se uma festa pobre e para essa prefiro não ser convidada e desejo que meu filho nunca faça parte.

Sou a favor da manifestação pacífica. Onde adultos, crianças, famílias inteiras podem sair às ruas tranquilos para reivindicar seus direitos. Como foi na última segunda-feira, 17/06.

O Brasil virou capa em diversos lugares do mundo.

As exigências são diversas, de PEC 37 a Estatuto do Nascituro.

Todos querem coisas em comum: transporte público de qualidade, trabalho, educação, saúde, segurança, direitos humanos, o uso correto dos nossos impostos, as pracinhas em boas condições (leite e fraldas num preço mais baixo é bem-vindo também)!

Acho bonito ver as pessoas lutando por seus direitos num país onde a corrupção e o juros altos reinam. Onde a desigualdade social é discrepante. Toda essa droga que já vem malhada antes de eu nascer

Embora não tenha saído às ruas para as manifestações, não estou programada pra só dizer sim, quero um país melhor para o meu filho e faço parte do #protestomaterno – Mães unidas por um Brasil melhor.

Quem disse que não dá pra fazer algo de casa enquanto você prepara a mamadeira, troca fralda ou lava a louça? Junte-se a nós: #protestomaterno

“Grande pátria
Desimportante
Em nenhum instante
Eu vou te trair
Não, não vou te trair…” 
Cazuza

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Vamos brincar! – Semana Mundial do Brincar (blogagem coletiva)

Eu tinha pensado em levar o Benjamin em um lugar diferente, que ele não tivesse ido ainda, como era a proposta da Aliança pela Infância para a Semana Mundial do Brincar. Mas não consegui cumprir. O máximo que consegui fazer foi levar Benjamin ao Shopping Garden – uma loja de paisagismo e jardinagem onde tem flores, plantas e acessórios. Parece estranho, eu nunca imaginei, mas é engraçado como um lugar como esse pode ser atraente para as crianças na idade dele. Benjamin adorou! Correu, viu diversas plantas, brincou dentro de um vaso gigante!


Aqui em casa valorizamos momentos de prazer com o Benjamin. Não gostamos muito de ficar trancados em casa, então sempre que podemos levamos Benzoca para passear, brincar fora, ter contato com o mundo.

O que percebo é que cada vez mais as crianças (e nós adultos) são bombardeadas com tecnologia. Isso desde muito novinhos. Percebam os brinquedos, cada vez mais barulhentos e cheios de botões.

Aliás, para falar desse tema: Brincar! É preciso ter claro que existe uma diferença entre brincadeiras e brinquedos. Retirei essa informação do livro “Criando filhos em tempos difíceis – Atitudes e brincadeiras para uma infância feliz”:

Brinquedo é o objeto com o qual a criança brinca: o carrinho, a panela, a boneca, a caneta, etc., enfim, tudo que possa ser uma representação simbólica do universo infantil. Algo que substitua e represente o objeto real.

Brincadeira é o ato de brincar, a ação lúdica. A ação da criança com os objetos (brinquedos) que a possibilita construir conhecimento, desenvolver habilidades sensoriais e perceptomotoras, elaborar e descarregar conflitos e assim aprender a lidar com as emoções. A brincadeira é considerada também metacomunicação. Ou seja: nela a criança desenvolve a capacidade de se colocar no lugar do outro e de compreender como esse outro pensa.

Embora eu valorize o ato de brincar, pois acho que isso é uma herança que fica da infância, admito que já tive certa dificuldade em brincar com o Benjamin. Na verdade eu me sentia meio boba, não sabia como agir. Com o tempo descobri que bobo era esse meu pensamento. A gente não aprende brincar, não existe um manual “como se brinca”. É algo meio que natural, onde cada um vai encontrando o seu jeito, a sua fórmula. Na verdade, acredito que a fórmula é ser espontâneo!

Brincar é a nossa capacidade de interagir com o mundo lúdico, no caso dos adultos, é a nossa capacidade de deixar a criança que existe dentro de nós falar mais alto.

Barreira vencida, posso dizer que lá em casa só moram fanfarrões. Todos nós brincamos, inclusive a Capitu (nossa cachorra)! Nós dançamos, inventamos estórias, damos nomes aos objetos, brincamos de esconde-esconde, pega-pega, estátua, pulamos no sofá, na cama, o banho na maioria das vezes é uma bagunça, a hora de dormir também e aprendi brincar com o Ben e com os brinquedos também – a minha maior dificuldade no que se refere a brincar.

Depois que Benjamin nasceu minha criança interna acordou! E lá em casa vivemos uma eterna brincadeira. Tudo se tornou motivo para brincar. Até quando falamos sério, brincamos.

A importância do brincar vai além do que imaginamos. Deve começar desde o início, é essencial para o desenvolvimento do bebê. E é brincando que as crianças aprender diferenciar suas emoções, a se expressar, compartilhar. Desenvolvem diversas habilidades psicomotoras e psicolínguistica. Estimula a cristividade.

Já diz a música “brincadeiras de criança, como é bom, como é bom…“!

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A Semana Mundial do Brincar vai até o dia 26/05 e vários lugares estão com programação especial para você curtir com seus pequenos. Amanhã, para comemorar, a Casa do Brincar oferece um piquenique onde terá brincadeiras, contação de histórias com a Festa do Rei, além de uma feira de brinquedos.

Piquenique da Casa do Brincar
25/05, das 10h às 12h
Evento Gratuito. Recomendação etária: 0 a 5 anos.

Nós fomos conhecer a Casa do Brincar recentemente e eu super indico! É diversão garantida!

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Para inspirar aí vai uma dica de livro: 101 ideias para curtir com o seu filho.

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Este post faz parte da Blogagem coletiva em comemoração a Semana Mundial do Brincar promovido pela Aliança pela Infância.

Mãe na direção

Com o objetivo de ajudar de forma integrada e participativa as mães e filhos que passam bastante tempo a bordo, a Renault do Brasil desenvolveu um projeto chamado Mãe na Direção para as mães compartilharem ideias e soluções para os diferentes problemas enfrentados enquanto dirigem na companhia de seus filhos. Para essa ação foi criada uma página no Facebook onde a personagem Wanessa (verdadeira) divide os dilemas que ela enfrenta ao volante com sua filha, Bia. Foi criada também uma websérie que permitia acompanhar e participar através de sugestões. A comunidade tornou-se um espaço de interação entre mães de todas as regiões desse mundão de meu Deus. E eu estava lá no meio, trocando experiência, interagindo e ajudando a construir soluções para os problemas que a Wanessa encontrava.

Eu me tornei mãe na direção logo depois que Benjamin nasceu. Na verdade eu tinha carta, tinha aprendido a dirigir, mas não tinha prática, até que bati o carro, fiquei com medo, parei. Quando engravidei foi uma das coisas que coloquei como objetivo: pegar prática no volante. No primeiro dia de adaptação no berçário, era o primeiro dia que pegaria também a marginal sozinha ao volante e com o meu Ben. Foi tudo tranquilo até eu chegar em casa e bater o carro na lixeira (SIM!!! Só comigo acontece essas coisas) do vizinho e arregaçar o vidro de trás do carro (ninguém se machucou). Como se não bastasse ser o primeiro dia da minha separação com meu Ben, bati o carro da maneira mais babaca. Chorei, me descabelei, disse que não pegaria mais o carro. No dia seguinte, eu estava levando o carro pra arrumar e a vida seguiu.

Essa é uma das conquistas que mais me orgulho. DIRIGIR! É uma autonomia e liberdade indescritível. Eu levo Benjamin ao berçário, pediatra, não dependo de ninguém. E isso não tem preço. E adorei participar na comunidade, dando meus pitacos sobre como é ser mãe na direção. Ao final da primeira temporada (esperamos que tenha mais) da campanha, as mães mais participativas e que deram as melhores dicas e sugestões foram convidadas para participar de um evento exclusivo. Pra minha surpresa, entre 100 mil participantes da comunidade, eu e Benjamin fomos convidados.

O evento foi realizado em 1 de dezembro/2012. Reuniu mães (e filhos) de várias regiões (A Gleyci, a Poliana, Angela, Renata, Pati, Carina, Mariana, Thais, Camila, a Carol. Perdoem-me se esqueci de alguém). Tiveram várias surpresas desde a presença do quarteto As Olivias e Daniele Suzuki até as atividades proporcionadas para mães e filhos. O lugar foi incrível, projetava a casa da Wanessa, super aconchegante, com vários porta retratos espalhados com fotos de nossos filhos que haviam sido compartilhadas na comunidade, vários ambientes projetados para os pequenos.

Saí de férias. Voltamos e a vizinha disse que tinha uma encomenda pra mim. Uma caixona de sedex. Abri. Um book. Como se já não bastasse todos as lembranças que ganhamos no evento, a Renault enviou mais uma lembrança. Um álbum personalizado com várias fotos do evento. Logo na primeira página:

“A mamãe Gabriela conheceu seu maior presente no dia 16 de junho de 2011: o Benjamin. O pequeno Benjamin, como nasceu sob o signo de gêmeos, é esperto e incalculavelmente inteligente. É sagaz e rápido. Saca tudo, se interessa por tudo. É curioso e aprende com facilidade. Pergunta sobre tudo, é sociável, comunicativo e falante, conversa com todo mundo. Benjamin é um nome hebraico que significa filho da felicidade.”

Fala se não é pra se desmanchar?! Eu já estava encantada, fiquei mais ainda!

Agradeço a oportunidade da Renault. Foi maravilhoso participar do evento e poder trocar experiências com outras mães. Parabenizo a iniciativa e, principalmente, a organização do evento. Fui produtora de eventos e sei quanto é trabalhoso produzir um evento desse porte. Foi perceptível como cada detalhe foi milimetricamente planejado desde a nossa chegada até a saída.

evento

Se você quiser fazer parte da comunidade, basta curtir a página no Facebook e acompanhar os episódios e novidades que estão rolando por lá.

Mãe na Direção: https://www.facebook.com/MaeNaDirecao

Retrospectiva 2012 Bossa Mãe

Em tempo de final de ano e tantas retrospectivas, resolvi fazer uma do blog para relembrar alguns momentos.

Posts mais lidos

1) Organização de festa de aniversário – Parte 1
2) Bater não é forma de educar
3) Porque segunda-feira pode começar com clima de festa de aniversário – tema Carros
4) Porque toda mãe quer mudar o mundo/ e toda mãe tem direito a informação (e apoio) de qualidade
5) Música para criança
6) Confissões de um pai de 30
7) Organização festa de aniversário – Parte 5 (Compras)
8) Ter filhos traz felicidade
9) Primeiro aniversário do Benjamin
10) O parto do Bossa Mãe

Posts que mais gosto

1) Ter filhos traz felicidade
2) Que tipo de mãe que você quer ser
3) Tchau, chupeta
4) Trabalho de reconhecimento pessoal
5) A (temida) lista de recomendações
6) Almas perfumadas
8) Num coração cabe tanto amor
9) Das coisas que são inexplicáveis
10) Cheia de Bossa
11) Mães precisam de amigas mães
12) Lista de promessas (domésticas?!) 2013

(Na verdade tem muito mais, só que é muito difícil escolher)

Posts sobre livros que li e mais gostei de escrever

1) Coração de Pai
2) A maternidade e o encontro com a própria sombra
3) Mulher sem script
4) Soluções para disciplina sem choro
5) Travessuras de mãe
6) 101 ideias para curtir com seu filho

Pornô para mães?!

Hoje estou lá na praça do Minha Mãe que Disse contado o que achei dos 50 tons de cinza.

Cinza, definitivamente, não é uma cor que me agrada. Prefiro cores que causem efeito mais provocante.

Quer ler?! Clique aqui.

Que tal descobrir formas de conduzir um blog bem sucedido?

Caros leitores,

Esse não é um post pago, embora eu tenha chorado um desconto, trata-se de uma divulgação espontânea.

A Revista IMPRENSA promove, há mais de 10 anos, o projeto Oficinas IMPRENSA de Jornalismo & Comunicação, que oferece cursos rápidos em diversas áreas de atuação no setor de comunicação. Uma das próximas oficinas é a de Produção de Conteúdo para Blogs, agendada para 11 de dezembro de 2012. Nela, os inscritos participarão de um debate sobre as ideias e ferramentas que auxiliam os blogueiros a atrair e fidelizar audiência e sobre formas éticas e eficientes de se obter algum retorno financeiro com o projeto do blog.  A oficina é voltada a blogueiros engajados, independente de terem ou não uma formação em área ligada à comunicação. Quem conduz a oficina é Guilherme Barros e Rodrigo Stocco. Guilherme é jornalista e autor de um dos blogs mais influentes sobre economia. Já Rodrigo comanda, com sua irmã, a rede de franquias My Gloss (que teve um início peculiar: como um blog – e hoje detém uma das maiores fanpages de franquias do Brasil, com 1 milhão de fãs). Clique aqui e saiba mais sobre a oficina.

O internauta do Bossa mãe que se inscrever nesta oficina por meio desta indicação ganha um desconto de 35% no valor do curso. De R$ 236,00, o preço cai para R$ 153,40. Para aproveitar a oportunidade, basta enviar um e-mail até o dia 05/12 para fale@oficinasimprensa.com.br. No e-mail, é necessário informar o nome completo, o telefone e dizer que a inscrição é indicação do blog Bossa Mãe. Mas atenção: o e-mail deve ser enviado até 05/12! O pagamento poderá ser feito por boleto, depósito ou parcelado em até 6x sem juros no cartão de crédito.

Aproveite a oportunidade e inscreva-se!

#ficadica

De Mãe Para Mãe

Olha aqui o meu conselho para o concurso “De Mãe Para Mãe”, da Johnson’s baby Brasil.

Já anda???

Hoje estou lá na pracinha do MMQD contando uma nova experiência dessa aventura que é a maternidade.

Passa lá pra papear.

Leite é amor, Doar também é.

Nunca vou esquecer quando amamentei o meu Ben pela primeira vez. Considero a primeira vez o terceiro dia após o parto, quando meu seio passou a encher, encher, encher de leite. Antes disso foi bem esquisito, porque saía só o tal do colostro e até o bebê pegar de jeito existe certo desconforto para mãe. A sensação de aninhar seu bebê em seus braços, amamentá-lo, o jeito como ele te olha, a forma como posiciona sua mãozinha tão pequena em seu seio, é indescritível e emocionante demais.

Durante o primeiro mês do meu Ben, pensei que ficaria sem leite. Fiquei com muito medo, mas não passou de um susto e fui muito bem orientada pela pediatra. Como descrevi aqui (Amamentar – uma das experiências mais incríveis da vida materna) tive bastante leite e por vezes pensei em doar. Não doei. E me envergonho disso, principalmente, quando lembro da minha volta ao trabalho: hora do almoço, peitões cheios, retirava 300ml de cada, não tinha aonde armazenar e qual era o destino dessas 2 latinhas de coca-cola…?! A segunda retirada eu não fazia, ficava segurando (peitão estourando) até chegar em casa, quando aí sim eu retirava e armazenava para mandar pro berçário. E então me entregava completamente para meu Ben, seguindo as habituais mamadas noturnas.

Boquinha mais gostosa. Saudades.

Não tive orientação e as poucas informações que obtive foram através de pesquisa na internet. Assim como bancos de sangue, existem bancos de leite. Assim como milhões de pessoas precisam de sangue, existem milhões de bebês prematuros e de alto risco em UTIs precisando de leite materno. Por exemplo, ao contrário do que eu pensava, vários bancos de leite fornecem os recipientes adequados para que você possa armazenar o leite. Assim como alguns bancos de leite, fornecem também a bombinha para você retirar o leite. Os caras coletam e fazem a distribuição do leite doado.

Os benefícios não podiam ser melhores, todo mundo sabe: o leite materno tem nutrientes únicos fundamentais que evitam doenças ao longo da vida. Em poucas palavras, se você é mãe e tem leite, além de amamentar seu filho, você pode salvar vidas. Amamentar é estreitar vínculos, é cumplicidade, é um gesto de amor. Doar é um gesto de amor, generosidade e compaixão.

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Esse post faz parte da Blogagem Coletiva, com objetivo de incentivar a doação de leite materno aos Bancos de Leite. Uma iniciativa do blog Mil Dicas de Mãe, que Bossa Mãe apóia.

Hoje você encontra informações sobre doação de leite aqui.

O pai que ele é – Blogagem coletiva Mulher e Mãe

Quando a gente casa, se junta, se enrola, conhecemos aquela pessoa como amante, amigo, companheiro. Criamos a expectativa de que será um bom pai. Pelo menos acreditamos “é essa pessoa que quero para pai dos meus filhos”. Desconhecemos-nos completamente como mãe e pai.

Antes dos filhos ministramos diferenças básicas: preferência por tampa da privada fechada, tubo de pasta de dente apertada por baixo, nada de manteiga cheia de furos, final do campeonato brasileiro de futebol ou último capítulo da novela (?), pizza ou lanche (?), no cinema: Batman ou Homem Aranha e assim vai…

Chegam os filhos. A casa cheia de fraldas, lenços umedecidos, brinquedos espalhados pela sala, noites mal dormidas e surgem outras tantas diferenças entre o casal (mãe e pai). Os primeiros meses da chegada do bebê é uma fase complicada. A mãe se torna um ser neurótico, quase uma máquina de cobranças e ordens: “pega aquela fralda” e um segundo depois “não precisa mais já peguei”, “faz a mamadeira”, “prepara o banho”, “já fez isso..e aquilo?” A mãe quer ser a melhor do mundo. O pai corre na tentativa de se tornar o melhor pai do mundo.

Meu marido se revelou um grande pai. Desses com letra maiúscula. Além de ajudar com algumas tarefas domésticas do cotidiano, ele ajuda efetivamente com o Benjamin. Ele dividiu muitas madrugadas comigo ou simplesmente ficava acordado me esperando amamentar o nosso pequeno Ben. Troca fraldas (e arrisco dizer que sua quantidade de trocas, é bem maior que a minha), prepara mamadeira, acorda de madrugada quando necessário, alivia minhas angústias (ou tenta) de mãe, leva (sozinho – quando precisa ou acompanha – quando pode) o Ben à pediatra, dá almoço, janta, é o chef oficial de sucos, lava as roupinhas, conta estórias, conversa e brinca com Benzoca de modo encantador para qualquer expectador.


Filho é transformação. Ninguém se dá conta que os erros fazem parte desse processo. E calma e paciência são peças fundamentais dessa evolução do deixar de ser só casal para ser também pai e mãe. Filho muda mesmo a gente. Descobrimos um novo mundo – que é muito bom descobrir a dois, mesmo com tantas diferenças. É ótimo ter alguém para decidir junto a melhor maneira de resolver a equação: filhos. Vendo os dois homens da minha vida juntos, encontro também a beleza da vida. E a certeza de ter feito a escolha certa.

Marido, você é o melhor companheiro e melhor pai do mundo. Eu te amo imensamente.

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Esse post faz parte da Blogagem coletiva, realizada pelo blog Mulher e Mãe, em homenagem ao dia dos pais.