1 ano, 3 meses e um bebê toddler

Acho que já posso afirmar: tenho um bebê toddler em casa. Toddler são bebês acima de 15 meses. Meu Ben completou recentemente essa idade. Gosto da definição de Bebê Toddler, do Potencial Gestante, em Pra que serve um bebê toddler: “crianças que nem são mais aqueles bebês bebezicos e nem crianças totalmente crianças sabe? o toddler já sabe andar, mas não sabe falar direito, já sabe ouvir histórias e já roda, roda, roda.  deu pra entende né?”

Essa idade parece um marco no desenvolvimento dos bebês. É impressionante a transformação. Dia desses acordei e me dei conta, assim no susto: Benjamin está virando um moleque. Seu temperamento já se manifesta forte, meu Ben não gosta de ser contestado, não gosta que neguemos as coisas pra ele. No entanto, é obediente, não se atreve a pegar coisas quando dizemos “não” ou fica nos olhando como que pedindo permissão (balançando a cabeça num gesto de sim, apontando para o objeto).

Agora reage diferente a lugares, pessoas, animais, coisas. Come da nossa comida sem cerimônia. Dá bronca, apontado com o dedinho indicador, imitando a mamãe que tecla nesse momento. Faz “joinha”, só que não (é com o dedo indicador). Chama a Capitu e qualquer cachorro que vê na rua, com estalo de dedos e boca. Monta em cima da Capitulina, puxa seu rabo, aperta a bichinha. Ele está passando por uma síndrome de  Felícia. É muito carinho.

Imagem do Google

Parece que agora Benjamin vive a testar suas habilidades físicas. Fica agachando o tempo todo (subindo e descendo). Anda meio que engatinhado só que sem encostar o joelho no chão (como dizem meus pais, ele está chamando um irmãozinho). Outro dia ele imitava minha mãe fazendo exercício físico: ela levantava os braços e agachava. Ele fazia igualzinho. Quer falar a todo instante ao telefone. É só bobearmos, para ele subir no aparelho de som e alcançar o telefone sem fio que fica na mesa ao lado do som. Sobe em tudo o que é lugar, inclusive as escadas. Pendura-se na janela, na cortina. Já avisamos que ele não é um mini-homem-aranha. E sim um menino cheio de energia.

Quer dominar o controle remoto. Desliga a TV na hora da minha novela favorita, como quem diz “mãe, é era de brincar e não de ver a Carminha”. Coloca música para tocar. Liga o aparelho de DVD quando quer assistir algum show (acho que não vou me surpreender quando um dia encontrar ele lá sentado em frente à TV assistindo seu show preferido porque ele mesmo colocou o CD para rodar). Abre minha bolsa (e a dele) e tira tudo o que tem dentro espalhando pelo chão. Imita o liquidificador balançando a cabeça rapidamente num gesto de não e fazendo “srhsrhshrsrhsrh”. Já sabe qual é a porta de guloseimas do armário, mas as dele se restringe em biscoito água e sal e maisena.  Guarda os brinquedos. É curioso e muito observador.

Benjamin não sabe falar direito, mas arranha o papá, mamã, ccbgdTU (Capitu), Au Au (eu tento insistir dizendo que é cachorro, mas até eu já me peguei falando “olha o “au au”), bobó (queremos acreditar que seja vovô e/ou vovó), nhá (não sei quem é essa guria), nannanan (que é nananinanão que um dia soltei pra ele e agora sempre que digo não, o fedelho me imita) e dá (quando quer algo). Anda, anda, anda. Roda, Roda, roda. Agora deu para dançar, dançar, dançar. Ouve uma melodia e já começa se balançar. Bate palmas quando está empolgado – quase sempre! E sorri, sorri, sorri. Que essa vitalidade toda se conserve. Parabéns meu filho, pelos nossos 15 meses!

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