A escolha do berçário

Visitei vários berçários antes de optar por um. Como é difícil essa escolha…! Primeiro que eu não tinha ideia do que precisava saber sobre um berçário. Mas depois da primeira visita (e algumas pesquisas) já soube.

Comecei a questionar tudo o que desejo para minha cria: conforto, segurança, cuidado, carinho. Pensei em seu desenvolvimento e na educação que quero para ele. Lógico, que a gente quer tudo isso do nosso jeito! Então começa a procurar algo que chegue pelo menos próximo dos nossos valores (de vida e $$$) e do que imaginamos ser o ideal.

Tem muito berçário/escolinha por aí. Diversos!!! Nas minhas visitas, sempre tinha algo que me incomodava somado ao fato de ser um pouco chata: o berço velho, o colchão com a espuma pra fora, o cheiro forte de comida, o chão de taco, um armário velho no cantinho do soninho, os gritos dos maiores que não era abafado por vidro(como o bebê descansa com aquela barulheira toda?!), a banheira descascada (teve um lugar que tinha uma hidromassagem!!!!), o espaço apertado, o chão sujo de comida, as tias descabeladas pisando descalças no local onde os bebês engatinhavam (pô, o que os bebês mais fazem é colocar a mão na boca! Aí esfregam na frieira e manda pra boca, não dá!!!), um colchão alto que era o lugar onde os bebês brincavam (???), o local das mamadeiras desorganizado, cozinha bagunçada, paredes fortemente coloridas, aff…! E não era tudo isso em um lugar só não! Pela descrição poderia ser, mas não. Algumas coisas eram legais em alguns locais, mas bastava uma coisinha aparecer sob meus olhos pra me fazer querer sumir dali sem nem terminar a conversa com a diretora.

Depois de muitas visitas já estava desanimada achando que não encontraria um lugar como desejava. A escolha se deu no último minuto do segundo tempo. A impressão que tive foi a melhor possível que até então não tinha tido com nenhuma outra escolinha. Um ambiente claro, paredes limpas, organizado, nem a reforma que estava tendo na parte externa dos fundos me fez ter uma impressão ruim. Na parte de baixo, ficavam as crianças até 5 anos. A parte de cima, os bebês. Tudo muito clarinho e limpinho. Um cheirinho suave de papinha gostosa, caseira! Uma cozinha pequena, porém completamente organizada. A comida estava sendo preparada, mas não tinha nenhuma louça na pia! Quem não acredita em amor à primeira vista, pode acreditar! Eu amei a Baby Passinho assim que vi o lado de fora e quando entrei fiquei apaixonada. (quando liguei para obter informações algo já me dizia que eu gostaria daquele lugar)

Além de toda a parte física, digamos assim, a pedagógica também é essencial! Em nenhuma das escolinhas visitadas, encontrei atividades diferenciadas que estimulassem o desenvolvimento do bebê (acho que as pessoas pensam que só porque é bebê não precisa de estimulação, atividades). A linha pedagógica da Baby Passinho estimula isso. A Sabrina, dona e diretora da escolinha, é visivelmente preocupada com a educação e construção humana dos pequenos. Então logo você percebe que a escola busca promover atividades diferentes e criativas com o intuito de desenvolver as habilidades das crianças desde bebê.

Outro fator primordial é com relação as pessoas. A Sabrina, além de ser a dona, é mãe de uma das aluninha – e razão da escolhinha existir. Ou seja, ela montou a escola pensando no que queria para sua filha e suas necessidades. A avó Marcia, mãe da Sabrina, cuida de toda alimentação dos bebês e acompanha de perto o dia de cada um. E tem as tias carinhosas, que estão sempre arrumadas (e penteadas, diga-se de passagem).

Antes de colocar o Benjamin no berçário, ouvi que os bebês ficam várias vezes gripados e resfriados quando frequentam escolinha. É verdade! Benjamin pegou uma gripe forte assim que entrou e agora está resfriado. Por outro lado, o berçário tem outros aspectos positivos: os bebês se desenvolvem mais rápido, ficam mais sociais, espertos, comem de tudo e no final essas gripes ajudam na resistência imunológica do bebê. E a gente não morre por deixar a cria na escolinha. E nem eles. Digo mais: ir para o berçário não é nenhum trauma para os pequenos.

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2 Comentários

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