Alô, é a mãe do Benjamin!

Hoje liguei no berçário do meu Ben para conversar com a diretora sobre uma possível isenção ou desconto na mensalidade – terá reajuste no mês de fevereiro. Eu achava uma possibilidade remota, mas como diz o ditado “quem não chora…não mama”. Para minha surpresa (e antes de entrar no assunto que me fez ligar) a diretora desata a falar sobre o Benjamin:

 “Olha, daqui a pouco vai chegar um comunicado na agenda do Ben. Ele está muito taradinho! Uma menininha que já engatinha passou ao lado dele e na mesma hora ele apertou o bumbum dela. Foi muito engraçado, porque ela olhou pra ele e ele estava com uma carinha de sem vergonha! Todos em volta riram”.

Juro. Eu falo todos os dias para esse menino: Ben você tem que se tornar um gentleman!

Tocou-me o que ela falou depois. Benjamin está se saindo muito bem, come muito bem, é um bebê muito esperto, ativo, peralta, gosta de participar das atividades e estava às gargalhadas com uma apresentação de teatro com fantoches, que chegava lhe faltar o ar. Emocionei-me. Conheço muito bem essa gargalhada dele, é a música mais linda para os meus ouvidos.

Gosto quando as pessoas comentam a alegria do meu Ben. Sei que é um comentário sincero, por que ele realmente é um bebê sorridente, alegre, saudável e de bem com a vida. Acredito que parte dessa alegria toda é responsabilidade minha e do Piffer. Além de sermos pessoas de excelente humor (minha modéstia foi passear!), brincamos, fazemos graça, sou expansiva demais, o Piffer espirituoso demais, tentamos proporcionar um ambiente agradável para nosso Ben. Há quem diga que essa é uma das fases do bebê (e me irrita um pouco esse tipo de comentário, mas esse é assunto para um outro post). Espero que ele continue assim. O que depender de mim Benjamin será sempre uma criança alegre.

Também acho Benjamin peralta demais para sua idade. Ele é atrevido, não tem medo (acho que os bebês, em geral, não têm medo mesmo por não terem noção dos riscos), já se move com destreza, busca brinquedos um pouco mais distantes do seu corpo… Eu sempre desejei que ele fosse um menino travesso. Um pouco de travessura não faz mal a ninguém. A minha referência de travessuras é minha irmã Luana e meus primos. Eles eram danados! Faziam artes escondidos, judiavam das plantas da vovó, bagunça na hora do banho, na hora de dormir. Travessuras saudáveis. E eu quero muito que o Benjamin apronte várias para os avós! Que aperte muita campainha e saia correndo, que molhe muito o banheiro na hora do banho.

 Fiquei feliz, aliviada e um pouco sentida com o comentário da diretora. Sentida por não estar compartilhando desses momentos com ele. Feliz por saber que é verdade os comentários dela, reconheci a descrição que ela fez das gargalhadas e do jeito dele. Feliz e aliviada por ter certeza que ele está sendo bem cuidado durante o dia, mesmo não sendo por mim. Em ter encontrado um lugar com pessoas que eu sei, posso confiar. E por ser um ambiente que promove valores que eu acredito serem importantes para educação e memória afetiva do meu filho (e isso dá um outro post).

A diretora finalizou todo seu comentário sobre meu filho: “Benjamin não dá trabalho nenhum!” Pronto!!! Era a deixa que eu precisava. “Então, diretora, esse é o motivo da minha ligação, já que o Ben não dá trabalho nenhum, é possível um desconto na mensalidade?”

 

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1 comentário

  1. Ahahahahahaha. Garoto esperto!!!!

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